sábado, 30 de junho de 2012

LOUÇÃ ; o Padre Incendiário da Esqueda


LOUÇÃ : o Padre Incendiário da Esquerda Em entrevista ao Expresso, com nota de destaque na 1ª. página, Louçã ao insultar e incriminar dezenas de milhares de Militantes que fazem o Partido Socialista, ignorar o Partido Comunista e afirmar o Bloco como o único Partido de Esquerda, ultrapassa todos os limites da decência e incendeia a necessidade de convergência de todas as Forças Democráticas Progressistas. Para esta perseguição usa a mentira, a pretensa superioridade moral, as suspeitas sem fundamentos, as incriminações, o ódio e um sectarismo desmedido. Apena alguns exemplos. “As meias palavras são traição moral”; “ a rede que é PS,,em que a Mota Engil e o Banco Espírito Santo determina mais do que o resto”; “ o PS é um Partido corrompido”: “ Toda a Esquerda e tiro daqui a social-democracia”: “ ouvi Ferro Rodrigues dizer que a ajuda externa estava pedida com o PEC4”; “Seguro,,,aprovando todas as propostas da direita”; “falo de esquerda popular, no sentido do Syrisa e do Bloco de Esquerda”; “estou interessado em eliminar a direita”; “detestamos os socialistas que nos pedem sermos liberais”; “ o PS comprometido com as políticas liberais”. E chega. Ou seja, a Esquerda é o Bloco e só ele sob a sua sábia e endeusada chefia. Para quem veio à luz do dia para unir a Esquerda, estamos conversados; ou perfilham as suas teses e condutas ou não prestam. Ousando considerar os militantes do PS um “rebanho” de imbecis ou ingénuos. Perante tudo isto ou Louçã se retrata e a Direcção do Bloco se demarcam destas afirmações do Chefe, ou estão impossibilitadas as relações dos Partidos situadas à Esquerda e de muitos sem partido da área Progressista com este Bloco do “Sábio” Louçã. Direi que a aposta num “Congresso Democrático das Alternativas”, recentemente lançado fica ferido de morte. Perante o afirmado, desde que não haja um “acto de contrição”, o Bloco torna-se o inimigo da Convergência das Forças Progressistas e deve merecer a condenação e desprezo do Eleitorado que quer que o País mude, criando uma alternativa política a este Governo e Coligação da Direita Ultra Liberal. Nestes tempos de incertezas e de complexos desafios, todos os que se arvoram em possuidores da “Verdade” são os inimigos principais dum caminho de real e possível mudança a bem das Pessoas. A ver vamos, com atenção e sem contemplações ! José Carlos Albino Messejana, 1 de Julho de 2012 .

quinta-feira, 21 de junho de 2012

RELVAS, ao colo da ERC ( 3/5 ) !


RELVAS, ao colo da ERC ( 3/5 ) ! A ERC ( Entidade Reguladora para a Comunicação Social ), ou melhor 3 dos seus 5 Membros, ilibou o Ministro Relavas de ter feito “pressões ilícitas” sobre a Jornalista do “Público”, embora reconheça que a “actuação do Ministro poderá ser objecto de um juízo negativo no plano ético e institucional”. Carlos Magno, o Presidente, diz, contudo, “que houve uma pressão INADMSSÍVEL”. Por outro lado a ERC, ou a maioria dos seus membros, não fazem juízo sobre a veracidade das versões do Ministro e Jornalista, como seria sua obrigação, mas, sem dúvidas, conclui que o “inadmissível e reprovável ética e institucional” não é ilícito. Então, pressões inadmissíveis e eticamente reprováveis são lícitas ? Como justifica tal conclusão ? Que há pressões sobre Jornalistas que são lícitas ? Pergunta-se, pois, que tipo de pressões a ERC, ou a sua maioria, considera que são ilícitas. Poderão explicar ? Consideramos que a ERC, ou a sua maioria, não está a cumprir as suas obrigações de defender a Liberdade de Imprensa. Este comportamento, ou a falta dele, configura uma posição de favor a um Ministro que, se houvesse respeito e honradez, já se tinha demitido ou sido demitido pelo 1º. Ministro. Esperemos que este caso não morra por aqui, com uma Entidade a “lavar as mãos” face às suas responsabilidades, através da intervenção e julgamento doutras Entidades Competentes, que superem os desvios da ERC, ou da sua maioria. A não ser assim, estaremos perante um atentado à Liberdade de Imprensa não julgado e punido e com um Ministro com comportamentos “INADMSSÍVEIS E ÉTICAMENTE REPROVÁVEIS” a conduzir relevantes áreas da Governação da “Coisa Pública”. Usemos, pois, duma Cidadania Activa para que se cumpra um Estado de Direito e Democrático, a bem da seriedade dos Poderes Públicos. José Carlos Albino . Messejana, às 16.45 horas, de 21 de Junho de 2012 .

quarta-feira, 20 de junho de 2012

PAÍSES DO SUL NOS FINAIS DO EURO DE FUTEBOL


PAÍSES DO SUL NOS FINAIS DO EURO DE FUTEBOL Portugal, Espanha, França, Itália e Grécia, todos do Sul da Europa, conseguiram atingir os Quartos de Final do Euro de Futebol. Uns resgatados e outros com essa ameaça no horizonte, demonstram no Desporto que sabem lutar com eficácia para atingirem os seus objectivos de vencerem os difíceis desafios que lhes estão colocados. Mesmo quando os obstáculos e insultos dos “Poderosos” são muitos e injustos. Que a lição do Desporto se estenda à Economia e Política são os nossos votos, a bem duma Europa Solidária ! José Carlos Albino . Messejana, 20 de Junho de 2012 .

quinta-feira, 31 de maio de 2012


Mais AUSTERIDADE ; do Governo para os MUNICÍPIOS O Acordo do Governo com a Associação Nacional de Municípios tendo, certamente, aspectos positivos face às dificuldades financeiras de muitos Municípios que afectam as Economias Locais, impõe condições que significam que os Cidadãos é que vão pagar a factura. De facto, os Municípios que aderirem à Linha de Crédito terão que aumentar os Impostos sobre os Cidadãos e Empresas Locais ( IMI e Derrama ), maximizar os preços de Água e Resíduos e diminuir os Apoios às Associações Locais que prestam servições essenciais ao bem-estar das Populações. Ou seja, os Cidadãos e Empresas vão ter mais Austeridade, sendo que “os maus da fita” passam a ser os Executivos Municipais, e que o “bondoso” Governo se descarta de responsabilidades. Mais uma vez, “quem se lixa é o mexilhão”. Não sendo Autarca, duvido que estas condições leoninas sejam aceites pela maioria dos Municípios necessitados de “balões de oxigénio” financeiros. Veremos como o Associativismo Inter-Municipal se posiciona em defesa dos seus Munícipes. Por mim, espero que mais esta dose de Austeridade perante os mais necessitados e pobres seja travada. Com luta conjunta conseguir-se-á ! José Carlos Albino Messejana, 31 de Maio de 2012 .

Mais AUSTERIDADE - do Governo, para os MUNICÍPIOS


Mais AUSTERIDADE ; do Governo para os MUNICÍPIOS O Acordo do Governo com a Associação Nacional de Municípios tendo, certamente, aspectos positivos face às dificuldades financeiras de muitos Municípios que afectam as Economias Locais, impõe condições que significam que os Cidadãos é que vão pagar a factura. De facto, os Municípios que aderirem à Linha de Crédito terão que aumentar os Impostos sobre os Cidadãos e Empresas Locais ( IMI e Derrama ), maximizar os preços de Água e Resíduos e diminuir os Apoios às Associações Locais que prestam servições essenciais ao bem-estar das Populações. Ou seja, os Cidadãos e Empresas vão ter mais Austeridade, sendo que “os maus da fita” passam a ser os Executivos Municipais, e que o “bondoso” Governo se descarta de responsabilidades. Mais uma vez, “quem se lixa é o mexilhão”. Não sendo Autarca, duvido que estas condições leoninas sejam aceites pela maioria dos Municípios necessitados de “balões de oxigénio” financeiros. Veremos como o Associativismo Inter-Municipal se posiciona em defesa dos seus Munícipes. Por mim, espero que mais esta dose de Austeridade perante os mais necessitados e pobres seja travada. Com luta conjunta conseguir-se-á ! José Carlos Albino Messejana, 31 de Maio de 2012 .

MaisAUSTERIDADE - do Governo para os Municípios


Mais AUSTERIDADE ; do Governo para os MUNICÍPIOS O Acordo do Governo com a Associação Nacional de Municípios tendo, certamente, aspectos positivos face às dificuldades financeiras de muitos Municípios que afectam as Economias Locais, impõe condições que significam que os Cidadãos é que vão pagar a factura. De facto, os Municípios que aderirem à Linha de Crédito terão que aumentar os Impostos sobre os Cidadãos e Empresas Locais ( IMI e Derrama ), maximizar os preços de Água e Resíduos e diminuir os Apoios às Associações Locais que prestam servições essenciais ao bem-estar das Populações. Ou seja, os Cidadãos e Empresas vão ter mais Austeridade, sendo que “os maus da fita” passam a ser os Executivos Municipais, e que o “bondoso” Governo se descarta de responsabilidades. Mais uma vez, “quem se lixa é o mexilhão”. Não sendo Autarca, duvido que estas condições leoninas sejam aceites pela maioria dos Municípios necessitados de “balões de oxigénio” financeiros. Veremos como o Associativismo Inter-Municipal se posiciona em defesa dos seus Munícipes. Por mim, espero que mais esta dose de Austeridade perante os mais necessitados e pobres seja travada. Com luta conjunta conseguir-se-á ! José Carlos Albino Messejana, 31 de Maio de 2012 .

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Caminhando na "Certeza das Dúvidas"


Nas dúvidas, desafiemos as Encruzilhadas ( ou, Caminhando na “Certeza das Dúvidas” ) Ao longo da vida tenho tido certezas e dúvidas. Penso que os tempos e modos das certezas, tenham sido menos enriquecedoras. Nas dúvidas, acho, sempre encontrei desafios e caminhos, mesmo que estreitos e longínquos. Mas a dúvida nada tem que significar imobilismo. A dúvida deve ser um tónico para a reflexão, geradora de acção. Direi, que podemos ter a certeza da dúvida. Hoje, contudo, as dúvidas são duma dimensão e substância que, penso, nunca vivi. Sabendo que a idade pode não ajudar, considero que nunca vi tanto “o Mundo de pernas para o ar”, sem que não houvesse “ginásticas” para o endireitar ( sem conotações ideológicas,,). Mesmo olhando para a História, cheia de desastres e revoluções, não vislumbro encruzilhadas como as actuais. A profundidade e velocidade das mudanças, aos mais diversos níveis, nos Locais, nas Regiões, nos Países, nos Continentes e no Mundo, deixaram-nos desarmados. Nas armas, estratégias, métodos e visões futuras. Mas há Princípios Humanistas que se mantém totalmente actuais. E na base desses Princípios devemos beber e realizar Reflexões e Acções. Desbravar as encruzilhadas terá que ser o Desígnio. E perante a fragilização destes Princípios e um certo embrutecimento de muitas Pessoas e Populações, provocados pelo domínio do “Bezero de Ouro” e endeusamento do dinheiro-capital, a procura de caminhos terá que assentar na divulgação-promoção-assunção dos Valores da “Liberdade, Fraternidade e Igualdade” entre todos os Cidadãos. Este, penso, o percurso a fazer, sem apelos a velhas “bandeiras” e “forças” inexistentes, com inovação, ousadia e inteligência. Complexa, desafiante e prolongada Caminhada, mas, penso, a que nos poderá ir vencendo positivamente as encruzilhada que temos frente. José Carlos Albino 23 de Maio de 2012 . zca
 
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