Santa Maria – O NOSSO FERIADO !
Nesta época de cortes e extinções, calhará agora a vez de acabar com feriados. E já decidiram que são quatro. Dois civis e dois religiosos. E é sobre os religiosos que quero expressar opinião e indignação.
Após contactos invisíveis, surgiu a notícia que um dos Feriados a extinguir, segundo a hierarquia católica, seria a “Santa Maria” / Nossa Senhora da Assunção, a 15 de Agosto. De todos os pontos de vista seria um erro grave e um disparate. Vejamos.
Do ponto de vista da fé católica popular é a data mais comemorada em todo o país e celebra Nossa Senhora, Padroeira de Portugal, enquanto ícone religioso. No domínio sócio/cultural, constitui-se num forte momento de confraternização e de auto estima dos muitos locais que fazem o país. Também na óptica económica não se justifica. É no período de mais férias dos trabalhadores, logo com menores efeitos na produção, e afirma-se como importante evento para as economias locais.
Esperemos que o bom senso e responsabilidade imperem e continuemos a comemorar e festejar as Santas Marias das nossas Terras!
FERIADO DE SANTA MARIA, PARA SEMPRE !
José Carlos Albino .
Messejana, 28 de Novembro de 2011 .
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Segurança - a prioridade governamental ???
Mais Polícias – porquê e para quê ?
Perante cortes e mais cortes. Face a generalizada limitação ou impossibilidade de contratações de funcionários públicos nas mais variadas funções. Perante a obsessão de reduzir a capacidade de intervenção do Estado em todas as áreas de actuação. Aparece o Ministro Miguel Macedo, no quadro da defesa do ultra restritivo Orçamento de Estado/2012, a anunciar que no próximo ano serão contratados 1100 Polícias, sem que se explicite os milhões que isto vai custar aos Contribuintes.
Sinceramente, fiquei perplexo. Como se justifica este abrir dos cordões á bolsa, quando só se fala e vende a necessidade de fortes contenções nas despesas do Estado? Será que a única prioridade do Governo é a Segurança?
Considero que é necessário que todos nos questionemos e interpelemos o Governo, na pessoa do Ministro da Administração Interna, sobre as reais razões para esta deriva de excesso de segurança.
Será que a principal razão tem a ver com a exigência governamental de conter, controlar e reprimir as legítimas formas de luta das pessoas e populações contra as brutais degradações das condições de vida da esmagadora maioria dos Portugueses? Será mais barato e eficaz apostar no aparelho repressivo do que no combate ao desemprego? Ou será que se quer aproveitar a mais que referida “emergência nacional” para limitar direitos democráticos e “muscular” o nosso Regime Democrático conquistado pelo 25 de Abril?
Ficam estas questões para reflexão de todos e como interpelação ao Governo que nos rege.
José Carlos Albino
Messejana, 17 de Novembro de 2011 .
Perante cortes e mais cortes. Face a generalizada limitação ou impossibilidade de contratações de funcionários públicos nas mais variadas funções. Perante a obsessão de reduzir a capacidade de intervenção do Estado em todas as áreas de actuação. Aparece o Ministro Miguel Macedo, no quadro da defesa do ultra restritivo Orçamento de Estado/2012, a anunciar que no próximo ano serão contratados 1100 Polícias, sem que se explicite os milhões que isto vai custar aos Contribuintes.
Sinceramente, fiquei perplexo. Como se justifica este abrir dos cordões á bolsa, quando só se fala e vende a necessidade de fortes contenções nas despesas do Estado? Será que a única prioridade do Governo é a Segurança?
Considero que é necessário que todos nos questionemos e interpelemos o Governo, na pessoa do Ministro da Administração Interna, sobre as reais razões para esta deriva de excesso de segurança.
Será que a principal razão tem a ver com a exigência governamental de conter, controlar e reprimir as legítimas formas de luta das pessoas e populações contra as brutais degradações das condições de vida da esmagadora maioria dos Portugueses? Será mais barato e eficaz apostar no aparelho repressivo do que no combate ao desemprego? Ou será que se quer aproveitar a mais que referida “emergência nacional” para limitar direitos democráticos e “muscular” o nosso Regime Democrático conquistado pelo 25 de Abril?
Ficam estas questões para reflexão de todos e como interpelação ao Governo que nos rege.
José Carlos Albino
Messejana, 17 de Novembro de 2011 .
terça-feira, 15 de novembro de 2011
MES - 1 -
Do Convívio MES – pensamentos, sentimentos e reflexões ( 1 )
O Almoço/Convívio do Movimento de Esquerda Socialista, 30 anos depois do seu assumido fim, encontrou-me num período em que vinha reflectindo sobre percursos & contradições da Vida e Morte do MES. Militei dos 20 aos 27 anos, desde a sua fundação no “25 de Abril” até ao seu encerramento. Assumi responsabilidades directivas diversas, tendo sido membro da sua Comissão Política Nacional após o Congresso Final. Vivi, nos limites, as suas aspirações e frustações. Vinha pensando que as estórias passadas seriam úteis para os presentes. Vou escrever.
Nestas lembranças, o Livro do “MES – improvável aventura”, dos companheiros/amigos Didas e António, muito ajudaram. Vamos à conversa.
O Almoço/Convívio do Movimento de Esquerda Socialista, 30 anos depois do seu assumido fim, encontrou-me num período em que vinha reflectindo sobre percursos & contradições da Vida e Morte do MES. Militei dos 20 aos 27 anos, desde a sua fundação no “25 de Abril” até ao seu encerramento. Assumi responsabilidades directivas diversas, tendo sido membro da sua Comissão Política Nacional após o Congresso Final. Vivi, nos limites, as suas aspirações e frustações. Vinha pensando que as estórias passadas seriam úteis para os presentes. Vou escrever.
Nestas lembranças, o Livro do “MES – improvável aventura”, dos companheiros/amigos Didas e António, muito ajudaram. Vamos à conversa.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
"Democracia Musculada" - NÃO ! ! ! - concluído -
“ DEMOCRACIA MUSCULADA” : NÃO !!!
Sei que a situação actual ( de “emergência nacional” e “descalabro mundial” ) nos toca, em 1º. lugar, no “tronco e membros”; ou seja, na satisfação das necessidades básicas de alimento do bem-estar que fomos construindo. Mas a “cabeça”, alimentada pelo “coração”, também existe, chorando ou rindo. E sem rumo, não há esperança.
Sou dos que, ainda, tem fome de LIBERDADE E DEMOCRACIA. Não me sinto, há muito, a viver uma Democracia Plena. E, hoje, ver reduzir-me os meus direitos é impensável. Nas crises, a Participação Cidadã é um ingrediente indispensável para as superar. Acreditar nos milagres de mandantes superiores é uma falácia.
Tudo isto, porque observo e sinto um Governo que decide sobre tudo e todos, sem “dar cavaco” a ninguém. Posso, quero e mando é o lema. Tudo se justifica com as crises e com caminhos inevitáveis. Para isso precisam-se de Governantes Candentes que saibam vender, sem concorrentes ou críticos, o caminho honrado e celeste que os deuses inventaram, a bem de todos. E quem ouse contestar o caminho é um inimigo do “Superior Interesse Nacional”. Dialogar, só depois de as “inevitáveis decisões” serem tomadas.
Nesta demagogia do inevitável, os Ministros das Finanças e da Economia ( + várias matérias,, ) são os principais arautos. Gaspar & Álvaro comportam-se como guias incontestados, que explicam ao Povo as receitas únicas que exigem que sejam cumpridas, sem pestanejarem. Receitas embrulhadas de contabilidades tecnocratas, que escondem uma ideologia ultra-liberal que nos levará ao total domínio do capital sobre o trabalho. Ideologia anti-social que provocou as actuais crises.
E este caminho desejado e em progressão, precisa de, “como de pão para a boca”, cercear os direitos dos Cidadãos. Exige uma “Democracia Musculada” que elimine a participação social de contestação e procura de alternativas. Exigirá um simulacro de Democracia que sancione as inevitáveis políticas.
Perante estes desígnios de atraso civilizacional, é necessário que a esmagadora maioria diga NÃO ! A superação das crises exige, SIM, mais e melhor Democracia !
José Carlos Albino
Messejana, 10 de Novembro de 2011.
Sei que a situação actual ( de “emergência nacional” e “descalabro mundial” ) nos toca, em 1º. lugar, no “tronco e membros”; ou seja, na satisfação das necessidades básicas de alimento do bem-estar que fomos construindo. Mas a “cabeça”, alimentada pelo “coração”, também existe, chorando ou rindo. E sem rumo, não há esperança.
Sou dos que, ainda, tem fome de LIBERDADE E DEMOCRACIA. Não me sinto, há muito, a viver uma Democracia Plena. E, hoje, ver reduzir-me os meus direitos é impensável. Nas crises, a Participação Cidadã é um ingrediente indispensável para as superar. Acreditar nos milagres de mandantes superiores é uma falácia.
Tudo isto, porque observo e sinto um Governo que decide sobre tudo e todos, sem “dar cavaco” a ninguém. Posso, quero e mando é o lema. Tudo se justifica com as crises e com caminhos inevitáveis. Para isso precisam-se de Governantes Candentes que saibam vender, sem concorrentes ou críticos, o caminho honrado e celeste que os deuses inventaram, a bem de todos. E quem ouse contestar o caminho é um inimigo do “Superior Interesse Nacional”. Dialogar, só depois de as “inevitáveis decisões” serem tomadas.
Nesta demagogia do inevitável, os Ministros das Finanças e da Economia ( + várias matérias,, ) são os principais arautos. Gaspar & Álvaro comportam-se como guias incontestados, que explicam ao Povo as receitas únicas que exigem que sejam cumpridas, sem pestanejarem. Receitas embrulhadas de contabilidades tecnocratas, que escondem uma ideologia ultra-liberal que nos levará ao total domínio do capital sobre o trabalho. Ideologia anti-social que provocou as actuais crises.
E este caminho desejado e em progressão, precisa de, “como de pão para a boca”, cercear os direitos dos Cidadãos. Exige uma “Democracia Musculada” que elimine a participação social de contestação e procura de alternativas. Exigirá um simulacro de Democracia que sancione as inevitáveis políticas.
Perante estes desígnios de atraso civilizacional, é necessário que a esmagadora maioria diga NÃO ! A superação das crises exige, SIM, mais e melhor Democracia !
José Carlos Albino
Messejana, 10 de Novembro de 2011.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
"Democracia Musculada" - NÃO ! ! !
“ DEMOCRACIA MUSCULADA” : NÃO !!!
Sei que a situação actual ( de “emergência nacional” e “descalabro mundial” ) nos toca, em 1º. lugar, no “tronco e membros”; ou seja, na satisfação das necessidades básicas de alimento do bem-estar que fomos construindo. Mas a “cabeça”, alimentada pelo “coração”, também existe, chorando ou rindo. E sem rumo, não há esperança.
Sou dos que, ainda, temos fome de LIBERDADE E DEMOCRACIA. Não me sinto, há muito, a viver uma Democracia Plena. E, hoje, ver reduzir-me os meus direitos é impensável. Nas crises, a Participação Cidadã é um ingrediente indispensável. Acreditar nos milagres de mandantes superiores é uma falácia.
Tudo isto, porque observo e sinto um Governo que decide sobre tudo e todos, sem “dar cavaco” a ninguém. Posso, quero e mando é o lema. Tudo se justifica com as crises e com caminhos inevitáveis. Para isso precisam-se de Governantes Candentes que saibam vender, sem concorrentes ou críticos, o caminho honrado e celeste que os deuses inventaram, a bem de todos. E quem ouse contestar o caminho é um inimigo do “Superior Interesse Nacional”. Dialogar, só depois de as “inevitáveis decisões” serem tomadas.
Sei que a situação actual ( de “emergência nacional” e “descalabro mundial” ) nos toca, em 1º. lugar, no “tronco e membros”; ou seja, na satisfação das necessidades básicas de alimento do bem-estar que fomos construindo. Mas a “cabeça”, alimentada pelo “coração”, também existe, chorando ou rindo. E sem rumo, não há esperança.
Sou dos que, ainda, temos fome de LIBERDADE E DEMOCRACIA. Não me sinto, há muito, a viver uma Democracia Plena. E, hoje, ver reduzir-me os meus direitos é impensável. Nas crises, a Participação Cidadã é um ingrediente indispensável. Acreditar nos milagres de mandantes superiores é uma falácia.
Tudo isto, porque observo e sinto um Governo que decide sobre tudo e todos, sem “dar cavaco” a ninguém. Posso, quero e mando é o lema. Tudo se justifica com as crises e com caminhos inevitáveis. Para isso precisam-se de Governantes Candentes que saibam vender, sem concorrentes ou críticos, o caminho honrado e celeste que os deuses inventaram, a bem de todos. E quem ouse contestar o caminho é um inimigo do “Superior Interesse Nacional”. Dialogar, só depois de as “inevitáveis decisões” serem tomadas.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
CV Cívico - síntese - a pedido do Congr. Odemira - ,,curiosidades,,,
Nota Curricular
JOSÉ CARLOS COELHO ALBINO
( breve histórico Cívico – Associativo )
# Nascido em 1954 e criado em Messejana – Baixo Alentejo -, até rumar a Lisboa, onde fez o Curso dos Liceus e o Bacharelato em Economia no ISCTE ( 1977 ) e iniciado a sua Intervenção Cívica e Profissional. Regressado a Messejana ( 87 ) onde reside e donde tem intervindo no Movimento do Desenvolvimento Local.
Dinamizador de Eventos dos Estudantes do liceu Padre António Vieira, integrante activo da JECatólica, Membro da Comissão de Finalistas e Representante dos Estudantes do ISCTE ( 1972 – 75 ).
Membro da Mesa da “Assembleia Popular” de Olivais-Moscavide ( 1975 ).
Funcionário e dirigente da Federação Cooperativa de Produção ( 1977-78 ), Director da União de Cooperativas de Construção e Coordenador Geral da Federação Nacional das Cooperativas Industriais ( 1978-86 ).
Membro do Conselho Coordenador do INSCOOP e das “Coordenadoras do Movimento Cooperativo Português”.
Representante nacional no CECOP (Comité Europeu das Cooperativas de Produção ), nos domínios de “Projectos & Formação” ( 1986-88 ).
Autor e Director do “Projecto de Formação para o Desenvolvimento Comunitário de Micro Regiões Rurais – Messejana 88/90 – “
Fundador e Presidente da ESDIME ( Agência para o Desenvolvimento Local no Alentejo Sudoeste ) – 1989/2002 -.
Fundador e Vice Presidente da IDEIA ALENTEJO – Associação para a Inovação e Desenvolvimento Integrado do Alentejo – ( 1993/2000 ).
Fundador e membro de Órgãos Sociais da “Engenho e Arte” – As. Defesa e Valorização de Messejana ( IPSS ) – ( 1994 – 2011 ).
Membro da Direcção do NERBE – Núcleo Empresarial do Distrito de Beja – ( 1994/98 ).
Fundador, Vice-Presidente e Presidente da ANIMAR – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local – ( 1993/2002 ).
Fundador da MANIFESTA – Assembleia e Feira do Desenvolvimento Local – e organizador e/ou participante activo nas suas 8 edições ( 1994 – 2011 ) .
Conselheiro do CES – Conselho Económico e Social – ( 1998/2001 ).
Membro do Conselho de Administração da ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo – ( 1998/2001 ).
Participação em Estudos, Pareceres, Projectos, Planos, Conferências e Formações no quadro do Desenvolvimento Local e Regional, enquanto Consultor e/ou Cidadão Activo ( 2003 – 2011 ) .
Participante e Interventor crítico no “Congresso do Associativismo e da Democracia Participativa” ( 2010 ) .
Membro da Rede “Economia com Futuro” ( 2011 ) .
JOSÉ CARLOS COELHO ALBINO
( breve histórico Cívico – Associativo )
# Nascido em 1954 e criado em Messejana – Baixo Alentejo -, até rumar a Lisboa, onde fez o Curso dos Liceus e o Bacharelato em Economia no ISCTE ( 1977 ) e iniciado a sua Intervenção Cívica e Profissional. Regressado a Messejana ( 87 ) onde reside e donde tem intervindo no Movimento do Desenvolvimento Local.
Dinamizador de Eventos dos Estudantes do liceu Padre António Vieira, integrante activo da JECatólica, Membro da Comissão de Finalistas e Representante dos Estudantes do ISCTE ( 1972 – 75 ).
Membro da Mesa da “Assembleia Popular” de Olivais-Moscavide ( 1975 ).
Funcionário e dirigente da Federação Cooperativa de Produção ( 1977-78 ), Director da União de Cooperativas de Construção e Coordenador Geral da Federação Nacional das Cooperativas Industriais ( 1978-86 ).
Membro do Conselho Coordenador do INSCOOP e das “Coordenadoras do Movimento Cooperativo Português”.
Representante nacional no CECOP (Comité Europeu das Cooperativas de Produção ), nos domínios de “Projectos & Formação” ( 1986-88 ).
Autor e Director do “Projecto de Formação para o Desenvolvimento Comunitário de Micro Regiões Rurais – Messejana 88/90 – “
Fundador e Presidente da ESDIME ( Agência para o Desenvolvimento Local no Alentejo Sudoeste ) – 1989/2002 -.
Fundador e Vice Presidente da IDEIA ALENTEJO – Associação para a Inovação e Desenvolvimento Integrado do Alentejo – ( 1993/2000 ).
Fundador e membro de Órgãos Sociais da “Engenho e Arte” – As. Defesa e Valorização de Messejana ( IPSS ) – ( 1994 – 2011 ).
Membro da Direcção do NERBE – Núcleo Empresarial do Distrito de Beja – ( 1994/98 ).
Fundador, Vice-Presidente e Presidente da ANIMAR – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local – ( 1993/2002 ).
Fundador da MANIFESTA – Assembleia e Feira do Desenvolvimento Local – e organizador e/ou participante activo nas suas 8 edições ( 1994 – 2011 ) .
Conselheiro do CES – Conselho Económico e Social – ( 1998/2001 ).
Membro do Conselho de Administração da ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo – ( 1998/2001 ).
Participação em Estudos, Pareceres, Projectos, Planos, Conferências e Formações no quadro do Desenvolvimento Local e Regional, enquanto Consultor e/ou Cidadão Activo ( 2003 – 2011 ) .
Participante e Interventor crítico no “Congresso do Associativismo e da Democracia Participativa” ( 2010 ) .
Membro da Rede “Economia com Futuro” ( 2011 ) .
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Do Local - tradição, diferenciação e inovação,,,Congresso da "Baixas Densidades",,tópicos m. Intervenção,,,
“O Desenvolvimento Sustentável nos Territórios de Baixa Densidade“
1º. Congresso Regional _ Baixo Alentejo
Odemira, 28 e 29 Outubro 2011
Os “Localismos” – da tradição à diferenciação e inovação
José Carlos Albino
(ANIMAR)
Tópicos da Intervenção
(em construção)
Ponto Prévio – Abordagem do Tema “Localismos”, no quadro do lema do
Congresso – “O Desenvolvimento Sustentável nos Territórios de Baixa Densidade”
Dos limites-bloqueios das muito baixas densidades e da questão do Povoamento
1. Dos “Localismos”, ao Desenvolvimento Local em Rede – do Local ao Global
Intervenções ascendentes V/ descendentes e suas inter-acções
Da necessidade de Organização e Cooperação Territorial
Com aberturas aos “Exteriores”
2. Do Casamento de Tradição com Modernidade
Do conceito de “Tradição” – tradição com civilização
Modernização para a Inovação Diferenciadora dos Territórios
Casamento e capacidade concorrencial na “Aldeia Global”
Da necessidade de Casamento Inter-Geracional
3. Vertentes e Temáticas da Inovação
Económica – Sócio Cultural – Tecnológica - Ordenamento do Território – Organizacional
No : - Produto – Comercial – Método – Comunicação
Necessidade de Inovar em todas as vertentes e temáticas de forma conjugada, geradora de complementaridades e sinergias virtuosas
4. Diferenciação e Pluralidade Sectorial – os Lemas Estratégicos para o Desenvolvimento Sustentável dos Territórios de Baixas Densidades
Diferenciação fundada no Ordenamento do Território, sem “invenção da roda”
Pluralidade fundada em triângulos sectoriais estratégicos
“Todos Diferentes, Todos Iguais” – também nos Territórios de Baixas Densidades
Mensagem Final
Casamento de tradição com inovação, com racionalidade e sensibilidade, a chave para o desenvolvimento territorial das aldeias, vilas e cidades que fazem Portugal todo.
PORQUE SÓ LÁ VAMOS SE A APOSTA FOR NACIONAL E GLOBAL!
Façamo-nos ao Caminho, na Tradição, com Inovação e permanente persistência !
Messejana, 26 de Outubro de 2011
José Carlos Albino
(ANIMAR)
1º. Congresso Regional _ Baixo Alentejo
Odemira, 28 e 29 Outubro 2011
Os “Localismos” – da tradição à diferenciação e inovação
José Carlos Albino
(ANIMAR)
Tópicos da Intervenção
(em construção)
Ponto Prévio – Abordagem do Tema “Localismos”, no quadro do lema do
Congresso – “O Desenvolvimento Sustentável nos Territórios de Baixa Densidade”
Dos limites-bloqueios das muito baixas densidades e da questão do Povoamento
1. Dos “Localismos”, ao Desenvolvimento Local em Rede – do Local ao Global
Intervenções ascendentes V/ descendentes e suas inter-acções
Da necessidade de Organização e Cooperação Territorial
Com aberturas aos “Exteriores”
2. Do Casamento de Tradição com Modernidade
Do conceito de “Tradição” – tradição com civilização
Modernização para a Inovação Diferenciadora dos Territórios
Casamento e capacidade concorrencial na “Aldeia Global”
Da necessidade de Casamento Inter-Geracional
3. Vertentes e Temáticas da Inovação
Económica – Sócio Cultural – Tecnológica - Ordenamento do Território – Organizacional
No : - Produto – Comercial – Método – Comunicação
Necessidade de Inovar em todas as vertentes e temáticas de forma conjugada, geradora de complementaridades e sinergias virtuosas
4. Diferenciação e Pluralidade Sectorial – os Lemas Estratégicos para o Desenvolvimento Sustentável dos Territórios de Baixas Densidades
Diferenciação fundada no Ordenamento do Território, sem “invenção da roda”
Pluralidade fundada em triângulos sectoriais estratégicos
“Todos Diferentes, Todos Iguais” – também nos Territórios de Baixas Densidades
Mensagem Final
Casamento de tradição com inovação, com racionalidade e sensibilidade, a chave para o desenvolvimento territorial das aldeias, vilas e cidades que fazem Portugal todo.
PORQUE SÓ LÁ VAMOS SE A APOSTA FOR NACIONAL E GLOBAL!
Façamo-nos ao Caminho, na Tradição, com Inovação e permanente persistência !
Messejana, 26 de Outubro de 2011
José Carlos Albino
(ANIMAR)
Subscrever:
Mensagens (Atom)
