sábado, 30 de abril de 2011

MÃE ! ! !

À MÃE,,,,ÀS MÃES !

Amamentando seiva da vida
Acarinhando folhas nascentes
Acariciando ramos em crescimento
Acalentando flores garridas
Amando sementes criativas
Apelando às árvores maduras
As Mães são raízes profundas
As Mães são a Natureza feita gente.

Sendo filhos amados
Ganhando asas protegidas
Sentindo braços envolventes
Vivendo corações enérgicos
Somos entes da Mãe
Somos almas ardentes
Com mães por acompanhantes.

Aprendendo carinhos e emoções
Vivendo atenções e relações
Superando desafios e aventuras
Assumindo futuros nascentes
Somos filhos da Mãe
Somos criações da Natureza
Que é Mãe !

José Carlos Albino ( filho de Cecília Coelho Albino )
Messejana .
1 de Maio de 2011

sexta-feira, 29 de abril de 2011

" As Janelas dos Alentejos"

AS OPORTUNIDADES DOS ALENTEJOS
Voltando a posição já assumida, mas com razão reforçada nesta grave crise nacional e internacional, considero que os Alentejos têm claras janelas para desafios fazíveis na sua revitalização e desenvolvimento sustentado neste nosso século novo. Janelas que devem ver o País, a Europa e o Mundo !
Considero que os investimentos económicos e humanos nos Alentejos terão maior rentabilidade e sustentabilidade. Num momento em que é imprescindível mudar de modelos e direcções, os territórios “livres” e “virgens” são espaço, tempos e modos de povoamento e inovação. Muitas indústrias, das médias às micros e em diversos sectores e fileiras, poderão, com resultados, desenvolver-se e criar-se; e a agricultura, o turismo e os serviços também são indústrias. Só se precisa de vontades regionais e nacionais e de recursos humanos e organizacionais de excelência. Um “só” que é muito!
Temos, assim, que nos concentrar neste “só”. Antes de mais só agarraremos estas oportunidades se forem assumidas nacionalmente, pelos líderes económicos, políticos e sociais. Porque são oportunidades regionais no quadro duma necessidade nacional. Mas, também é imprescindível uma intensa renovação cultural nos líderes, organizações, poderes públicos e na população em geral, particularmente nas gerações jovens. Porque ainda se pensa e actua com os olhos, dominantemente, nos passados.
Como enunciámos no início, estas “janelas na crise” exigem visões largas territorial e culturalmente, visões universalistas como o Alentejano Vasco da Gama. Precisamos de participar activa e conscientemente na actual globalização, tirando partido do estreitamento de distâncias com as novas comunicações. Na afirmação das identidades regionais e locais, sublinhe-se a condição de cidadãos do mundo.
Numa lógica de rentabilidade económica, social e ambiental saibamos, de forma ampla, prosseguir estes estimulantes desafios de futuros renascidos e sustentados. Porque é uma OPORTUNIDADE NACIONAL !

José Carlos Albino
Messejana .

" As Janelas dos Alentejos",,,,,introd. ,,,

AS OPORTUNIDADES DOS ALENTEJOS
Voltando a posição já assumida, mas com razão reforçada nesta grave crise nacional e internacional, considero que os Alentejos têm claras janelas para desafios fazíveis na sua revitalização e desenvolvimento sustentado neste nosso século novo. Janelas que devem ver o País, a Europa e o Mundo !

segunda-feira, 25 de abril de 2011

O FEMININO ao Poder !

PODER NO FEMININO !
Nos tempos que correm, face à crua encruzilhada que vivemos, diz-se generalizadamente que há que MUDAR de protagonistas nas Lideranças Políticas e Sociais. Mas, face ao imobilismo das ideologias, há que buscar roturas nos domínios culturais e geracionais.
E nestes domínios temos que reconhecer que a principal característica que tem dominado o Mundo, ao longo de séculos e territórios, é o Poder ser exercido pelos Homens. Aquilo que nunca se experimentou de mudança radical, foi confiar o Poder nos sentidos femininos.
Quando assistimos e verificamos que o Género Feminino se vem evidenciando nos domínios científicos, técnicos e sociais, com provas provadas, há que apelar a que o FEMININO se revele e seja encorajado a exercer os principais PODERES.
A lógica musculada, racionalizada, hierárquica e insensível, associada ao machismo dominante, esgotou-se e é um obstáculo às imprescindíveis MUDANÇAS.
Apostar em Poderes dominados pelo lado Feminino, nunca experimentados, é a grande inovação que a humanidade deve prosseguir. Ver para crer.
Este desafio, a mulheres e homens, é uma exigência para reencontrarmos novos caminhos de solidariedade, coesão e progressos sustentados, nos domínios sociais e territoriais na “Aldeia Global”.
Que se enterre o machismo político e cultural e se abram janelas à “Outra Metade do Céu”, são os meus votos e empenhos.
Experimentemos o FEMININO nos Poderes que nos condicionam e orientam !
José Carlos Albino
Messejana .
26 / 04 / 2011

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Reconstruir a Utopia - 1999 - completo

“ RECONSTRUR A UTOPIA ! “
“angústias e desejos do autor, em voz alta”
( artigo de Dezembro de 1999, no Jornal “Terras do Cante” )

“ Olhar o século que estamos a fechar, que nos coloca no II milénio, é obra por fazer. Mas lançar olhares para o século XXI é uma aventura sem guião, que só se aceita quando questionados por amigos que nos julgam com ideias.
Ao risco ! Sem rede, mas com os olhos postos na Utopia.
Aqui, no nosso País e no Alentejo, estou certo que nestes cem anos melhorámos as nossas condições de vida, principalmente ao nível material e financeiro, mas, também, no domínio da abertura para uma vida cívica mais participada – “Viva o 25 de Abril” -. Mas no que respeita à procura da felicidade, tenho dúvidas enovoadas, que mais á frente tentarei desvendar.
E o Planeta. O nosso Mundo. A tão propalada Aldeia Global. Entre espectaculares novidades geradoras de bem-estar e encobertos recuos na proximidade de hemisférios e continentes, estamos numa encruzilhada sem luz á vista. Não progredimos na construção da utopia. As diferenças sociais e territoriais são angustiantes, muito porque a comunicação destapou os conhecimentos sobre realidades distantes.
Se aceitarmos que um terço da população mundial ganhou novas e maiores capacidades de viver a vida e os outros terços pouco avançaram, estagnaram ou até tenham recuado, o que nos interessa é procurar saber porquê ?. E o porquê só pode estar na filosofia – na “simples”resposta a donde vimos, o que somos e para onde queremos caminhar. O que exige respostas na ética e na estética.
Porque sou, por natureza, optimista, luto por acreditar vamos, nós e principalmente os que virão, salvar o planeta e re-sonhar a felicidade.

Quais as nossas forças? Os milhões de cidadãos livres que escaparam ao endeusamento do dinheiro e da miséria – uma minoria que se revela na fuga ao “faz de conta”. Franjas das novas gerações e vindouros que já vomitam os prazeres fabricados e a tristeza generalizada que se vê nos olhos de muitos que os rodeiam. Gente, com corpo e alma, que vislumbraram a possibilidade da utopia.
Quais as nossas fraquezas ? O individualismo e o materialismo reinantes, que dominam o poder financeiro e informativo. Ainda dominam o poder dos poderes. Mas estas fraquezas não são abstractas; estão por dentro de todos nós, principalmente porque se perdeu a noção de comunidade e se ganhou o alívio de que “não fui eu” e que cada um se quizer safa-se das desgraças – se estão mal é porque se desleixam.

Mas nesta encruzilhada, que um passado contraditório na sua velocidade e inovação nos questiona, quais os valores e actos indispensáveis para que seja possível sonhar com um mundo com saúde na natureza e com inquietações criativas nas mentes das pessoas qu fazem a aldeia global. Para mim a questão dos Valores, da Filosofia, é a principal. Precisamos de gerar uma capacidade para desenhar sociedades utópicas; e para as desenhar são necessárias medidas, esquadrias, corpos, almas e estéticas.
Se considerarmos que no que respeita aos Valores é humanamente óbvio que batalhar para pôr na ordem de todos os dias “igualdade, liberdade e fraternidade” , que no anunciaram Cristo, Leonardo da Vinci, Bakunini, Marx, Ghandi, Almada ou Che Guevara, o que nos inquieta já é quais os actos, quais as coisas, que mensagens é preciso por em movimento.
Deixo-vos, modestamente, com umas sugestões:
- Desmascarar, também para dentro de nós, o jogo do “faz de conta”;
- Exercer a possibilidade de cada um de nós sermos cidadãos e, em conjugação, esboçarmos “contra-poderes”;
- Desvendar a informação e comunicação para todos os cantos do mundo e por todos os grupos sócio-culturais;
- Adoptarmos como valor supremo, o prazer de estar de bem connosco e com quem nos rodeia;
- Cultivar a liberdade e criatividade, enquanto factores imprescindíveis ao progresso, não obstante erros de percurso;
- Racionalizar que só no estreitar dos fossos territoriais e sociais, será possível ter paz nas aldeias e cidades de todo o mundo;
-Reforçarmos o olhar para o futuro, aprofundando os nossos actos tendo em conta os filhos, netos e bisnetos que se vão gerando, o que exige um melhor conhecimento das nossas histórias:
- Tornar claro, e claramente sabido por toda a gente, que a mãe natureza não admite mais atentados e que precisa de respirar.

Neste pensar alto, deixo-vos com as ideias-coisas que consigo escrever nesta encruzilhada de muitos sentidos. Balelas, sentimentalismos e generalidades dirão muitos…mas, pensando, continuarão a dizer ?
Mas nesta velocidade supersónica que vivemos neste século das duas dezenas, em que inovações, saltos e cambalhotas se reproduziram mutuamente, penso que o momento é de calma e humildade.
Julgo que assim que encontraremos os passos do caminho da história, vivida e por viver. Cheira-me que, com a ajuda dos infernos e céus, avançaremos no século XXI para uma sociedade com mais liberdade, mais prazer e maior convivialidade.
Avanços que só se farão se encontrar-mos o Sul do nosso caminho que, com sobressaltos e tormentos, se farão caminhando com alegria e persistência.
Acabo, desejando “Boas Entradas” e com a presunção que o que aqui ficou escrito possa gerar debates, polémica e novos escritos. Acabo, à espera de novas criações e acções. Acabo, com um sorriso nos olhos.
Boa Sorte Para Todos Nós !

José Carlos Albino
Presidente da ESDIME, Agência para o Desenvolvimento Local no Alentejo Sudoeste.
Presidente da ANIMAR, Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local.
-mas que escreve na sua maior qualidade de Cidadão do Mundo -
vvvvvvvv

,,,,XX / XXI ,,,,++++

“ RECONSTRUR A UTOPIA ! “
“angústias e desejos do autor, em voz alta”
( artigo de Dezembro de 1999, no Jornal “Terras do Cante” )

“ Olhar o século que estamos a fechar, que nos coloca no II milénio, é obra por fazer. Mas lançar olhares para o século XXI é uma aventura sem guião, que só se aceita quando questionados por amigos que nos julgam com ideias.
Ao risco ! Sem rede, mas com os olhos postos na Utopia.
Aqui, no nosso País e no Alentejo, estou certo que nestes cem anos melhorámos as nossas condições de vida, principalmente ao nível material e financeiro, mas, também, no domínio da abertura para uma vida cívica mais participada – “Viva o 25 de Abril” -. Mas no que respeita à procura da felicidade, tenho dúvidas enovoadas, que mais á frente tentarei desvendar.
E o Planeta. O nosso Mundo. A tão propalada Aldeia Global. Entre espectaculares novidades geradoras de bem-estar e encobertos recuos na proximidade de hemisférios e continentes, estamos numa encruzilhada sem luz á vista. Não progredimos na construção da utopia. As diferenças sociais e territoriais são angustiantes, muito porque a comunicação destapou os conhecimentos sobre realidades distantes.
Se aceitarmos que um terço da população mundial ganhou novas e maiores capacidades de viver a vida e os outros terços pouco avançaram, estagnaram ou até tenham recuado, o que nos interessa é procurar saber porquê ?. E o porquê só pode estar na filosofia – na “simples”resposta a donde vimos, o que somos e para onde queremos caminhar. O que exige respostas na ética e na estética.
Porque sou, por natureza, optimista, luto por acreditar vamos, nós e principalmente os que virão, salvar o planeta e re-sonhar a felicidade.

Quais as nossas forças? Os milhões de cidadãos livres que escaparam ao endeusamento do dinheiro e da miséria – uma minoria que se revela na fuga ao “faz de conta”. Franjas das novas gerações e vindouros que já vomitam os prazeres fabricados e a tristeza generalizada que se vê nos olhos de muitos que os rodeiam. Gente, com corpo e alma, que vislumbraram a possibilidade da utopia.
Quais as nossas fraquezas ? O individualismo e o materialismo reinantes, que dominam o poder financeiro e informativo. Ainda dominam o poder dos poderes. Mas estas fraquezas não são abstractas; estão por dentro de todos nós, principalmente porque se perdeu a noção de comunidade e se ganhou o alívio de que “não fui eu” e que cada um se quizer safa-se das desgraças – se estão mal é porque se desleixam.

Mas nesta encruzilhada, que um passado contraditório na sua velocidade e inovação nos questiona, quais os valores e actos indispensáveis para que seja possível sonhar com um mundo com saúde na natureza e com inquietações criativas nas mentes das pessoas qu fazem a aldeia global. Para mim a questão dos Valores, da Filosofia, é a principal. Precisamos de gerar uma capacidade para desenhar sociedades utópicas; e para as desenhar são necessárias medidas, esquadrias, corpos, almas e estéticas.
Se considerarmos que no que respeita aos Valores é humanamente óbvio que batalhar para pôr na ordem de todos os dias “igualdade, liberdade e fraternidade” , que no anunciaram Cristo, Leonardo da Vinci, Bakunini, Marx, Ghandi, Almada ou Che Guevara, o que nos inquieta já é quais os actos, quais as coisas, que mensagens é preciso por em movimento.
Deixo-vos, modestamente, com umas sugestões:
vvvvvvvv

Artigo no Final do Século XXI - ideias com 11 anos,,,

 
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