AOS ANTI-POLÍTCOS !
Face às difíceis, graves e complexas realidades que vivemos, derivadas das Crises provocadas pelos Poderes Mundiais deste Sistema Capitalista, muitos descarregam na totalidade da Classe Política, enquanto únicos culpados da situação actual. Veja-se o manifesto da anunciada Manifestação de 12 de Março.
Reconhecendo que esta postura “Anti-Políticos” tem alguma justificação, considero que é uma visão limitada e, eventualmente, perigosa. Em última análise , todos, em diversos pesos, somos responsáveis pelos caminhos que nos conduziram às actuais encruzilhadas. Pelo feito e dito, mas também pelos silêncios e acomodações.
Obviamente que os Dirigentes Políticos, nos Poderes ou nas Oposições, têm fortes responsabilidades nos destinos que o Mundo tem tido. Mas os Políticos são os únicos que dão a cara e tem julgamento público. E todos os “Outros” Dirigentes e Responsáveis que, determinando os Poderes, actuam como Redes Invisíveis, não têm que ser devidamente criticados e denunciados? Dos patrões do Capital Financeiro às diversas Corporações, as responsabilidades são imensas!
Ao contrário de discursos e manifestações Anti-Políticos, o que precisamos é de engrandecimento da Política, com Novos e Inovadores Políticos. Até porque os escondidos Políticos da Anti-Política, fomentam populismos irracionais e perigosos para uma indispensável Qualificação da Democracia.
É tempo, pois, de todos os descontentes e críticos dos Actuais Sistemas Partidários terem acções positivas e alternativas no quadro das prerrogativas Constitucionais. Da integração renovadora nos actuais Partidos, à criação de Novos Movimentos e Partidos Políticos e ao exercício duma Cidadania Activa em reais Democracias Participativas, todas são opções possíveis e necessárias que poderão contribuir para superar as encruzilhadas e crises da nossa actual Civilização.
Passar da indignação à construção, saltando das “bancadas” para os “campos de jogos”, é um imperativo para TODOS os que querem um “Mundo Melhor”!
DIGNIFICAR A POLÍTICA É O CAMINHO PARA O PROGRESSO SOCIAL E TERRITORIAL COM SUSTENTABILIDADE !
José Carlos Albino
Messejana .
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
COLECTIVIZAR REFLEXÕES - emendas - k dizem,,,? -
CONVERSAS DE 26/ Fev. / 2011 – MESSEJANA –
,,,,” Baralhar e dar de novo, com algumas novas Cartas…”
Ideias Dominantes
Trabalhar para passar da Indignação à Construção;
Fomentar a Cultura Política, apostando na transparência e participação;
Aprofundar as Teses por uma Nova Economia;
O papel determinante das Agendas Mediáticas na preservação e conquista de Poderes;
Comunicação plural e dinâmica, factor de descoberta/acção de Novos Caminhos;
A importância transcendental da Multicularidade, com um “mapa real do mundo”, para encontrar as direcções com futuros;
Apostar nas Novas Formas de Comunicação e Mediatização, sem esquecer o papel, ainda dominante nos poderes da actualidade, da Comunicação Social Tradicional;
Apostar na “Actuação Viral”, próximas e práticas, para se ir construindo novos métodos e caminhos;
A Qualificação da Democracia, mais transparente e envolvente dos Cidadãos, é um desígnio fomentador das respostas ás crises emergentes;
Que a Escola assuma a Educação Cívica ( filosófica, ideológica, política e cultural ) como Vector Transversal e Aglutinador da Formação dos Juvenis e Jovens;
Temos que viver, agora, sem “Modelos Finalistas” a conceber e anunciar, antes, com Experimentações Teórico-Práticas de Mudanças Plurais das Economias;
O “experimentalismo” Local e/ou Micro, a necessitar de maior conjugação, deve ser promovido e eficazmente divulgado, enquanto aproximações às necessárias direcções globais para novos paradigmas;
A necessidade de promover e realizar Reformas Estruturais numa lógica de médio e longo prazo, o que exige persistência, gradualismo e realismo;
O papel relevante dos Partidos Políticos na construção de Poderes Efectivos, os quais não tem cumprido os seus papéis de reflexão e acção progressista ( particularmente dos situados á Esquerda.. );
O efeito altamente nocivo de “Redes Invisíveis de Lobbys” na decisão das medidas do Estado, Economia e Sociedade, o que corrói a Democracia ( será de institucionalizar os “Lobbys” ? );
A necessidade de acção alargada de “Choque de Ideias”, que faísquem novos conceitos Filosóficos, Ideológicos e Programáticos a bem da Sustentabilidade e Progresso Social e Territorial;
Necessidade de analisar, estudar e compreender, a complexa e confusa Estrutura Social Actual Mundial, de forma a perspectivar as “Alianças Sociais e Territoriais” fomentadoras de Superação da Crise, sem roturas violentas.
Zé Carlos Albino
Messejana, 27 de Fevereiro .
,,,,” Baralhar e dar de novo, com algumas novas Cartas…”
Ideias Dominantes
Trabalhar para passar da Indignação à Construção;
Fomentar a Cultura Política, apostando na transparência e participação;
Aprofundar as Teses por uma Nova Economia;
O papel determinante das Agendas Mediáticas na preservação e conquista de Poderes;
Comunicação plural e dinâmica, factor de descoberta/acção de Novos Caminhos;
A importância transcendental da Multicularidade, com um “mapa real do mundo”, para encontrar as direcções com futuros;
Apostar nas Novas Formas de Comunicação e Mediatização, sem esquecer o papel, ainda dominante nos poderes da actualidade, da Comunicação Social Tradicional;
Apostar na “Actuação Viral”, próximas e práticas, para se ir construindo novos métodos e caminhos;
A Qualificação da Democracia, mais transparente e envolvente dos Cidadãos, é um desígnio fomentador das respostas ás crises emergentes;
Que a Escola assuma a Educação Cívica ( filosófica, ideológica, política e cultural ) como Vector Transversal e Aglutinador da Formação dos Juvenis e Jovens;
Temos que viver, agora, sem “Modelos Finalistas” a conceber e anunciar, antes, com Experimentações Teórico-Práticas de Mudanças Plurais das Economias;
O “experimentalismo” Local e/ou Micro, a necessitar de maior conjugação, deve ser promovido e eficazmente divulgado, enquanto aproximações às necessárias direcções globais para novos paradigmas;
A necessidade de promover e realizar Reformas Estruturais numa lógica de médio e longo prazo, o que exige persistência, gradualismo e realismo;
O papel relevante dos Partidos Políticos na construção de Poderes Efectivos, os quais não tem cumprido os seus papéis de reflexão e acção progressista ( particularmente dos situados á Esquerda.. );
O efeito altamente nocivo de “Redes Invisíveis de Lobbys” na decisão das medidas do Estado, Economia e Sociedade, o que corrói a Democracia ( será de institucionalizar os “Lobbys” ? );
A necessidade de acção alargada de “Choque de Ideias”, que faísquem novos conceitos Filosóficos, Ideológicos e Programáticos a bem da Sustentabilidade e Progresso Social e Territorial;
Necessidade de analisar, estudar e compreender, a complexa e confusa Estrutura Social Actual Mundial, de forma a perspectivar as “Alianças Sociais e Territoriais” fomentadoras de Superação da Crise, sem roturas violentas.
Zé Carlos Albino
Messejana, 27 de Fevereiro .
domingo, 27 de fevereiro de 2011
POR PRIMAVERAS !
PRIMAVERA GLOBAL !
Estes lindos dias, cheios de azul, sol e quentinho, fazem-me sentir os ventos da Primavera. Esta estação - prenhe de fecundações, nascimentos e esperanças – todos os anos nos desperta para vidas mais livres e alegres.
Neste primeiro da 2ª década do nosso Século XXI, considero que os “élixires” da abençoada Primavera são tonificantes que fazem falta, “como pão para a boca”, em todos os cantos das nossas vivências. Vai do individual-familiar, aos tempos amorosos e convivências amigáveis.
Quero e espero uma Primavera Climática cheia de humores e perspectivas de florescentes futuros. Que a “Mãe Natureza” nos inquiete positivamente, para sermos, finalmente, seres racionais, e não “racionalizados”, e amantes !
Mas lembro-me de “Primaveras Políticas”, muito desejáveis, que não trouxeram o verão de sol feito ! As nossas mutações são, quase sempre, esperanças de transformações positivas. Mas os “Invernos Políticos” tem vindo a congelar as mudanças necessárias.
Que esta Primavera nascente, seja um desafio e tónico para nos reencontrarmos com as energias necessárias para as Mudanças Indispensáveis. Na política global e nas vidas de proximidades diversas, abramos as janelas aos ventos primaveris.
Que a florescente Primavera nos alimente e desafie para sermos activos e responsáveis transformadores da Vida Mundial, é o meu desígnio e desejo.
PRIMAVERA GLOBAL SEMPRE !
José Carlos Albino
Messejana .
Estes lindos dias, cheios de azul, sol e quentinho, fazem-me sentir os ventos da Primavera. Esta estação - prenhe de fecundações, nascimentos e esperanças – todos os anos nos desperta para vidas mais livres e alegres.
Neste primeiro da 2ª década do nosso Século XXI, considero que os “élixires” da abençoada Primavera são tonificantes que fazem falta, “como pão para a boca”, em todos os cantos das nossas vivências. Vai do individual-familiar, aos tempos amorosos e convivências amigáveis.
Quero e espero uma Primavera Climática cheia de humores e perspectivas de florescentes futuros. Que a “Mãe Natureza” nos inquiete positivamente, para sermos, finalmente, seres racionais, e não “racionalizados”, e amantes !
Mas lembro-me de “Primaveras Políticas”, muito desejáveis, que não trouxeram o verão de sol feito ! As nossas mutações são, quase sempre, esperanças de transformações positivas. Mas os “Invernos Políticos” tem vindo a congelar as mudanças necessárias.
Que esta Primavera nascente, seja um desafio e tónico para nos reencontrarmos com as energias necessárias para as Mudanças Indispensáveis. Na política global e nas vidas de proximidades diversas, abramos as janelas aos ventos primaveris.
Que a florescente Primavera nos alimente e desafie para sermos activos e responsáveis transformadores da Vida Mundial, é o meu desígnio e desejo.
PRIMAVERA GLOBAL SEMPRE !
José Carlos Albino
Messejana .
Colectivzsar Reflexões
CONVERSAS DE 26/ Fev. / 2011 – MESSEJANA –
,,,,” Baralhar e dar de novo, com novas Cartas…”
Ideias Dominantes
Trabalhar para passar da Indignação à Construção;
Fomentar a Cultura Política, apostando na transparência e participação;
Aprofundar as Teses por uma Nova Economia;
O papel determinante das Agendas Mediáticas na preservação e conquista de Poderes;
Comunicação plural e dinâmica, factor de descoberta/acção de Novos Caminhos;
A importância transcendental da Multicularidade, com um “mapa real do mundo”, para encontrar as direcç~oes com futuros;
Apostar nas Novas Formas de Comunicação e Mediatização, sem esquecer o papel, ainda dominante nos poderes da actualidade, da Comunicação Social Tradicional;
Apostar na “Actuação Viral”, próximas e práticas, para se ir construindo novos métodos e caminhos;
A Qualificação da Democracia, mais transparente e envolvente dos Cidadãos, é um desígnio fomentador das respostas ás crises emergentes;
Que a Escola assuma a Educação Cívica ( filosófica, ideológica, política e cultural ) como Vector Transversal e Aglutinador da Formação dos Juvenis e Jovens;
Temos que viver, agora, sem “Modelos Finalistas” a conceber e anunciar, antes, com Experimentações Teóricas-Práticas de Mudanças Plurais das Economias;
O “experimentalismo” Local e/ou Micro, a necessitar de maior conjugação, deve ser promovido e eficazmente divulgado, enquanto aproximações às necessárias direcções globais para novos paradigmas;
A necessidade de promover e realizar Reformas Estruturais numa lógica de médio e longo prazo, o que exige persistência, gradualismo e realismo;
O papel relevante dos Partidos Políticos na construção de Poderes Efectivos, os quais não tem cumprido os seus papéis de reflexão e acção progressista ( particularmente dos situados á Esquerda.. );
O efeito altamente nocivo de “Redes Invisíveis de Lobbys” na decisão das medidas do Estado, Economia e Sociedade, o que corrói a Democracia ( será de institucionalizar os “Lobbys” ? );
A necessidade de acção alargada de “Choque de Ideias”, que faísquem novos conceitos Filosóficos, Ideológicos e Programáticos a bem da Sustentabilidade e Progesso Social e Territorial;
Necessidade de analisar, estudar e compreender, a complexa e confusa Estrutura Social Actual Mundial, de forma a perspectivar as “Alianças Sociais e Territoriais” fomentadoras de Superação da Crise, sem roturas violenta
Zé Carlos Albino
Messejana, 27 de Fevereiro .
,,,,” Baralhar e dar de novo, com novas Cartas…”
Ideias Dominantes
Trabalhar para passar da Indignação à Construção;
Fomentar a Cultura Política, apostando na transparência e participação;
Aprofundar as Teses por uma Nova Economia;
O papel determinante das Agendas Mediáticas na preservação e conquista de Poderes;
Comunicação plural e dinâmica, factor de descoberta/acção de Novos Caminhos;
A importância transcendental da Multicularidade, com um “mapa real do mundo”, para encontrar as direcç~oes com futuros;
Apostar nas Novas Formas de Comunicação e Mediatização, sem esquecer o papel, ainda dominante nos poderes da actualidade, da Comunicação Social Tradicional;
Apostar na “Actuação Viral”, próximas e práticas, para se ir construindo novos métodos e caminhos;
A Qualificação da Democracia, mais transparente e envolvente dos Cidadãos, é um desígnio fomentador das respostas ás crises emergentes;
Que a Escola assuma a Educação Cívica ( filosófica, ideológica, política e cultural ) como Vector Transversal e Aglutinador da Formação dos Juvenis e Jovens;
Temos que viver, agora, sem “Modelos Finalistas” a conceber e anunciar, antes, com Experimentações Teóricas-Práticas de Mudanças Plurais das Economias;
O “experimentalismo” Local e/ou Micro, a necessitar de maior conjugação, deve ser promovido e eficazmente divulgado, enquanto aproximações às necessárias direcções globais para novos paradigmas;
A necessidade de promover e realizar Reformas Estruturais numa lógica de médio e longo prazo, o que exige persistência, gradualismo e realismo;
O papel relevante dos Partidos Políticos na construção de Poderes Efectivos, os quais não tem cumprido os seus papéis de reflexão e acção progressista ( particularmente dos situados á Esquerda.. );
O efeito altamente nocivo de “Redes Invisíveis de Lobbys” na decisão das medidas do Estado, Economia e Sociedade, o que corrói a Democracia ( será de institucionalizar os “Lobbys” ? );
A necessidade de acção alargada de “Choque de Ideias”, que faísquem novos conceitos Filosóficos, Ideológicos e Programáticos a bem da Sustentabilidade e Progesso Social e Territorial;
Necessidade de analisar, estudar e compreender, a complexa e confusa Estrutura Social Actual Mundial, de forma a perspectivar as “Alianças Sociais e Territoriais” fomentadoras de Superação da Crise, sem roturas violenta
Zé Carlos Albino
Messejana, 27 de Fevereiro .
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Global PRIMAVERA... - introdução,,, -
PRIMAVERA GLOBAL !
Estes lindos dias, cheios de azul, sol e quentinho, fazem-me sentir os ventos da Primavera. Esta estação - prenhe de fecundações, nascimentos e esperanças – todos os anos nos desperta para vidas mais livres e alegres.
Neste primeiro da 2ª década do nosso Século XXI, considero que os “élixires” da abençoada Primavera são tonificantes que fazem falta, “como pão para a boca”, em todos os cantos das nossas vivências.
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Estes lindos dias, cheios de azul, sol e quentinho, fazem-me sentir os ventos da Primavera. Esta estação - prenhe de fecundações, nascimentos e esperanças – todos os anos nos desperta para vidas mais livres e alegres.
Neste primeiro da 2ª década do nosso Século XXI, considero que os “élixires” da abençoada Primavera são tonificantes que fazem falta, “como pão para a boca”, em todos os cantos das nossas vivências.
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