DESAFIOS & OPÇÕES, COM FMI
Diz-se generalizadamente que o nosso País vai ser governado pela troika, comandada pelo FMI, e que o papel do Governo apenas será o de cumprir as imposições dos malditos estrangeiros. Seja este Governo da Direita ou outro, terá que fazer o mesmo, porque os donos do dinheiro já definiram tudo sobre os nossos futuros. Tal é falso e representa uma falácia para servir os interesses das minoritárias classes do poder económico, que querem o domínio total da sociedade para, à vontade, irem acumulando lugares e cifrões em sua exclusiva satisfação. Parece mentira, mas é verdade!
Sabendo que os “memorandos da troika” exigem claras e brutais exigências de política económica e social, consideramos que existe espaço de manobra para executar diferentes opções face aos desafios em presença.
E as opções vão colocar-se principalmente face aos desafios da Reforma do Estado, do Modelo e Estratégia de Desenvolvimento Económico e da Aposta Educacional e Cultural.
Estejamos, pois, atentos e interventivos, enquanto Cidadãos Activos nas nossas Comunidades e Organizações, para semear as opções que salvaguardem e inovem os princípios da Solidariedade, Coesão e Sustentabilidade.
A cada passo saibamos OPTAR com os olhos nos futuros, interpelando as vivências dos presentes.
José Carlos Albino .
Messejana .
quinta-feira, 16 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
OPÇÕES com FMI,,,1 -...
DESAFIOS & OPÇÕES, COM FMI
Diz-se generalizadamente que o nosso País vai ser governado pela troika, comandada pelo FMI, e que o papel do Governo apenas será o de cumprir as imposições dos malditos estrangeiros. Seja este Governo da Direita ou outro, terá que fazer o mesmo, porque os donos do dinheiro já definiram tudo sobre os nossos futuros. Tal é falso e representa uma falácia para servir os interesses das minoritárias classes do poder económico, que querem o domínio total da sociedade para, à vontade, irem acumulando lugares e cifrões em sua exclusiva satisfação. Parece mentira, mas é verdade!
Sabendo que os “memorandos da troika” exigem claras e brutais exigências de política económica e social, consideramos que existe espaço de manobra para executar diferentes opções face aos desafios em presença.
Diz-se generalizadamente que o nosso País vai ser governado pela troika, comandada pelo FMI, e que o papel do Governo apenas será o de cumprir as imposições dos malditos estrangeiros. Seja este Governo da Direita ou outro, terá que fazer o mesmo, porque os donos do dinheiro já definiram tudo sobre os nossos futuros. Tal é falso e representa uma falácia para servir os interesses das minoritárias classes do poder económico, que querem o domínio total da sociedade para, à vontade, irem acumulando lugares e cifrões em sua exclusiva satisfação. Parece mentira, mas é verdade!
Sabendo que os “memorandos da troika” exigem claras e brutais exigências de política económica e social, consideramos que existe espaço de manobra para executar diferentes opções face aos desafios em presença.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Alternativas,,,,ideia,,,
ALTERNATIVA – DEMOCRACIA PROGRESSISTA !
Face à complexa crise e encruzilhada de caminhos, com o Poder nas mãos duma coligação conservadora dum ultra liberalismo sem futuro, a construção duma ALTERNATIVA PROGRESSISTA passa por identificar como, nos tempos actuais, podemos realizar a DEMOCRACIA GLOBAL – política, económica, social e cultural. O programa é CUMPRIR A DEMOCRACIA! Os necessários protagonistas serão todos os cidadãos activos e solidários. A Estratégia assenta na reinvenção de Modelo Económico e Social que conjugue Sustentabilidade, Bem Estar e Coesão Social e Territorial.
Esta a síntese programática, a ser desenvolvida.
José Carlos Albino
Messejana .
Face à complexa crise e encruzilhada de caminhos, com o Poder nas mãos duma coligação conservadora dum ultra liberalismo sem futuro, a construção duma ALTERNATIVA PROGRESSISTA passa por identificar como, nos tempos actuais, podemos realizar a DEMOCRACIA GLOBAL – política, económica, social e cultural. O programa é CUMPRIR A DEMOCRACIA! Os necessários protagonistas serão todos os cidadãos activos e solidários. A Estratégia assenta na reinvenção de Modelo Económico e Social que conjugue Sustentabilidade, Bem Estar e Coesão Social e Territorial.
Esta a síntese programática, a ser desenvolvida.
José Carlos Albino
Messejana .
sábado, 4 de junho de 2011
,,declaração de voto,,,no F. B.,,,3 -4 . Junho,,,
VOTAR Progresso Solidário !
Com Estado e Sociedade Interventivos !
Votar na superação das crises, para os melhores futuros possíveis, com Democracia Activa !
Votar contra as derrotadas soluções ultra liberais !
Votemos por Portugal !
José Carlos Albino
Messejana .
Com Estado e Sociedade Interventivos !
Votar na superação das crises, para os melhores futuros possíveis, com Democracia Activa !
Votar contra as derrotadas soluções ultra liberais !
Votemos por Portugal !
José Carlos Albino
Messejana .
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Opções... ?
OPÇÃO – PROGRESSO POSSÍVEL !
Sejamos francos e claros. Expressemos as dúvidas e convicções que nos percorrem o corpo. Sendo optimistas muito realistas. Qual a opção para os que convictamente desejam e prosseguem futuros, diferentemente, melhores? Esta a questão a que, no imediato, temos que responder com olhos postos no médio e longo prazo.
E, para mim, a resposta é o PROGRESSO POSSÍVEL. Perante o bloqueamento do modelo do crescimento imparável e o aumento das desigualdades sociais e territoriais, temos que ser moderados nas ambições materiais. Sendo ousados e imaginativos nas ambições culturais, por vidas harmoniosas. Pedir a lua, ainda longe, levar-nos-á para buracos e sulcos nas profundezas da Terra. As ambições têm que mudar. Agarremos o impossível dos futuros possíveis. Com AMBIÇÃO!
E nesta nova ambição, o prazer, satisfação e compensação duma Cidadania Livre, Criativa e Responsável deverá ser o grande desígnio dos tempos actuais. Também por razões económicas, pois só uma forte mobilização social recriará economias saudáveis. A democracia, sempre em aperfeiçoamento, tem que demonstrar que é o regime para gerar desenvolvimentos económicos sustentáveis.
Perante esta OPÇÃO de caminhos, meditemos para que tenhamos as melhores acções e iniciativas nos tempos que vamos vivendo, a bem de progresso com coesão!
Optemos!
José Carlos Albino
Messejana .
Sejamos francos e claros. Expressemos as dúvidas e convicções que nos percorrem o corpo. Sendo optimistas muito realistas. Qual a opção para os que convictamente desejam e prosseguem futuros, diferentemente, melhores? Esta a questão a que, no imediato, temos que responder com olhos postos no médio e longo prazo.
E, para mim, a resposta é o PROGRESSO POSSÍVEL. Perante o bloqueamento do modelo do crescimento imparável e o aumento das desigualdades sociais e territoriais, temos que ser moderados nas ambições materiais. Sendo ousados e imaginativos nas ambições culturais, por vidas harmoniosas. Pedir a lua, ainda longe, levar-nos-á para buracos e sulcos nas profundezas da Terra. As ambições têm que mudar. Agarremos o impossível dos futuros possíveis. Com AMBIÇÃO!
E nesta nova ambição, o prazer, satisfação e compensação duma Cidadania Livre, Criativa e Responsável deverá ser o grande desígnio dos tempos actuais. Também por razões económicas, pois só uma forte mobilização social recriará economias saudáveis. A democracia, sempre em aperfeiçoamento, tem que demonstrar que é o regime para gerar desenvolvimentos económicos sustentáveis.
Perante esta OPÇÃO de caminhos, meditemos para que tenhamos as melhores acções e iniciativas nos tempos que vamos vivendo, a bem de progresso com coesão!
Optemos!
José Carlos Albino
Messejana .
domingo, 29 de maio de 2011
,,,coisas,,,relembradas,,,
COM OS PÉS NA TERRA !
Nunca como hoje, face aos meus mais de quarenta anos de Cidadania Activa, a necessidade de termos uma cabeça lúcida assente em pés bem assentes na terra foi tão decisiva. Sobrevoar com asas inexistentes e cabeças na lua, precipitar-nos-á para duros precipícios.
Nos anos que levamos de Democracia, após Ditadura conservadora, imobilista e autista, muito se construiu de progressos sociais, mas com pouca sustentação em modelos económicos adequados aos tempos modernos. A pressão de querermos rapidamente superarmos os enormes atrasos e bloqueios herdados, levou-nos a com frequência a “pôr o carro á frente dos bois”.
Nos momentos de claros crescimentos no poder de compra levantaram-se os pés da terra e sonhou-se luas cheias de felicidades terrenas. Lembro-me de um Ministro das Finanças nos anos noventa ter afirmado que “somos o Oásis no meio do deserto”. E a esmagadora maioria do Povo acreditou e prosseguiu modos de vida de grande consumismo e facilitismo.
Estes voos deram para o torto, também porque agudizados pelo esgotamento do Modelo Capitalista do Século XX, evidenciado pela crise financeira Mundial dos últimos anos.
Hoje a TODOS é nos exigido pés assentes na terra que nos aproximem de caminhos possíveis de progresso, que serão, necessariamente, pedregosos, lentos e exigentes. Quem, ocupando as Lideranças políticas, económicas e sociais do País, prometer a “Lua”, comete um quase crime e, por isso, deve ser penalizado e substituído.
Percorrer a dura construção dum renascimento de Portugal, no quadro de renovada Europa e nova Globalização Mundial, é o desígnio que a todos deve mobilizar, na medida das suas responsabilidades e convicções.
“Mãos á Obra ! “ .
José Carlos Albino
Messejana .
Nunca como hoje, face aos meus mais de quarenta anos de Cidadania Activa, a necessidade de termos uma cabeça lúcida assente em pés bem assentes na terra foi tão decisiva. Sobrevoar com asas inexistentes e cabeças na lua, precipitar-nos-á para duros precipícios.
Nos anos que levamos de Democracia, após Ditadura conservadora, imobilista e autista, muito se construiu de progressos sociais, mas com pouca sustentação em modelos económicos adequados aos tempos modernos. A pressão de querermos rapidamente superarmos os enormes atrasos e bloqueios herdados, levou-nos a com frequência a “pôr o carro á frente dos bois”.
Nos momentos de claros crescimentos no poder de compra levantaram-se os pés da terra e sonhou-se luas cheias de felicidades terrenas. Lembro-me de um Ministro das Finanças nos anos noventa ter afirmado que “somos o Oásis no meio do deserto”. E a esmagadora maioria do Povo acreditou e prosseguiu modos de vida de grande consumismo e facilitismo.
Estes voos deram para o torto, também porque agudizados pelo esgotamento do Modelo Capitalista do Século XX, evidenciado pela crise financeira Mundial dos últimos anos.
Hoje a TODOS é nos exigido pés assentes na terra que nos aproximem de caminhos possíveis de progresso, que serão, necessariamente, pedregosos, lentos e exigentes. Quem, ocupando as Lideranças políticas, económicas e sociais do País, prometer a “Lua”, comete um quase crime e, por isso, deve ser penalizado e substituído.
Percorrer a dura construção dum renascimento de Portugal, no quadro de renovada Europa e nova Globalização Mundial, é o desígnio que a todos deve mobilizar, na medida das suas responsabilidades e convicções.
“Mãos á Obra ! “ .
José Carlos Albino
Messejana .
sexta-feira, 27 de maio de 2011
COMPROMISSO HISTÓRICO - uma reflexão -
COMPROMISSO HISTÓRICO - uma exigência !
Inspirado na Alternativa Política defendida pelo Eurocomunista Berlinguer na Itália dos anos 70 do século passado, que propunha uma Aliança Governativa entre o Partido Comunista e o Partido Democrata Cristão na base dum Programa Comum fundado na concretização duma Democracia Progressista, considero que a encruzilhada civilizacional que vivemos exige um COMPROMISSO HISTÓRICO entre todas as Forças Políticas e Sociais que se revejam no objectivo de construir um Progresso Sustentável, com Aprofundamento da Democracia.
De referir que este inovador projecto político abalou o “estado das coisas” em Itália e na Europa Comunitária, tendo levado ao assassinato de Aldo Moro, Presidente da Democracia Cristã, que se mostrava favorável a compartilhar o “Compromisso Histórico”. Os defensores dos interesses instalados sentiram-se ameaçados e mostraram e usaram as suas garras.
Mas o que considero mais relevante neste Projecto Político foi, nessa época histórica, gerar compromisso político a partir das convergências dos amplos segmentos sociais que, até aí minorizados e esquecidos, desejavam ser os protagonistas do futuro. E os dirigentes políticos que tinham estado unidos contra o Fascismo de Mussolini e representavam a esmagadora maioria dos Movimentos Sindicais, Empresariais e Cooperativos que buscavam progresso com justiça e em democracia, abandonaram sectarismos ideológicos e uniram-se no essencial. Aceitando que os confrontos de posturas e propostas gerariam inovadores projectos de progresso económico, social e cultural, com alargados suportes sociais e políticos.
No presente, em Portugal e na Europa, defendo que se deve assumir as linhas fundadoras do “Compromisso Histórico”, a bem do Progresso possível e sustentável que, com renovação democrática, nos recoloquem na esperança dum MUNDO MELHOR.
Ousadia, imaginação e combate, exigem-se!
José Carlos Albino
Messejana .
Inspirado na Alternativa Política defendida pelo Eurocomunista Berlinguer na Itália dos anos 70 do século passado, que propunha uma Aliança Governativa entre o Partido Comunista e o Partido Democrata Cristão na base dum Programa Comum fundado na concretização duma Democracia Progressista, considero que a encruzilhada civilizacional que vivemos exige um COMPROMISSO HISTÓRICO entre todas as Forças Políticas e Sociais que se revejam no objectivo de construir um Progresso Sustentável, com Aprofundamento da Democracia.
De referir que este inovador projecto político abalou o “estado das coisas” em Itália e na Europa Comunitária, tendo levado ao assassinato de Aldo Moro, Presidente da Democracia Cristã, que se mostrava favorável a compartilhar o “Compromisso Histórico”. Os defensores dos interesses instalados sentiram-se ameaçados e mostraram e usaram as suas garras.
Mas o que considero mais relevante neste Projecto Político foi, nessa época histórica, gerar compromisso político a partir das convergências dos amplos segmentos sociais que, até aí minorizados e esquecidos, desejavam ser os protagonistas do futuro. E os dirigentes políticos que tinham estado unidos contra o Fascismo de Mussolini e representavam a esmagadora maioria dos Movimentos Sindicais, Empresariais e Cooperativos que buscavam progresso com justiça e em democracia, abandonaram sectarismos ideológicos e uniram-se no essencial. Aceitando que os confrontos de posturas e propostas gerariam inovadores projectos de progresso económico, social e cultural, com alargados suportes sociais e políticos.
No presente, em Portugal e na Europa, defendo que se deve assumir as linhas fundadoras do “Compromisso Histórico”, a bem do Progresso possível e sustentável que, com renovação democrática, nos recoloquem na esperança dum MUNDO MELHOR.
Ousadia, imaginação e combate, exigem-se!
José Carlos Albino
Messejana .
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