quinta-feira, 21 de abril de 2011
Artigo no Final do Século XXI - ideias com 11 anos,,,
“ RECONSTRUR A UTOPIA ! “
“angústias e desejos do autor, em voz alta”
( artigo de Dezembro de 1999, no Jornal “Terras do Cante” )
“ Olhar o século que estamos a fechar, que nos coloca no II milénio, é obra por fazer. Mas lançar olhares para o século XXI é uma aventura sem guião, que só se aceita quando questionados por amigos que nos julgam com ideias.
Ao risco ! Sem rede, mas com os olhos postos na Utopia.
vvvvvvvv
“angústias e desejos do autor, em voz alta”
( artigo de Dezembro de 1999, no Jornal “Terras do Cante” )
“ Olhar o século que estamos a fechar, que nos coloca no II milénio, é obra por fazer. Mas lançar olhares para o século XXI é uma aventura sem guião, que só se aceita quando questionados por amigos que nos julgam com ideias.
Ao risco ! Sem rede, mas com os olhos postos na Utopia.
vvvvvvvv
terça-feira, 19 de abril de 2011
Esquerdistas & Centristas - conclusão -
Esquerdismo VS/ Centrismo
Esta breve reflexão vem a propósito das posturas dos nossos Partidos face às negociações com a “Tróika” ( FMI – EU – BE ), para livrar Portugal da bancarrota, pelo menos no curto prazo.
Na direita das Direitas ( CDS ), mediu-se entre populismo e postura governamental, mas negoceia-se. O PS, naturalmente, negoceia e o PSD, embora tutibiante, vai negociando. Mas os “puros das esquerdas da Esquerda”, nem pensar sentar-se com os “abutres” do FMI/EU/BE…não se vergam aos novos imperialistas.
Temos o Esquerdismo ao seu mais drástico estilo e que, como dizia Lenine, é a “doença infantil do comunismo”. Hoje, essas posturas são inúteis e de fuga a quaisquer responsabilidades governamentais nos tempos presentes. Entrincheirados como “exército defensivo” de cenários e objectivos genéricos, não fundamentados nem sustentados, excluem-se do desenho das soluções, menos más para o Povo, que nos recoloquem num processo sustentado de progressos económicos , sociais e culturais.
O Centrismo, que muito se desenvolveu após a queda do “império soviético”, fundamenta-se nas novas sociedades, menos bipolares e com estrutura social muito diversificada e complexa. O Social a determinar a Política ! Tendo sido uma resposta, não constitui, em si, uma alternativa. Em Portugal o “Centro Esquerda” ( PS ) e o “Centro Direita” ( PSD ) precisam de se recentrar, na base de inovadoras posturas ideológicas, políticas e económicas, com visões bipolares, mas dialogáveis.
Para o domínio do Centrismo em Portugal, também muito contribui os Esquerdismos, com as suas posturas fora do tempo e fora da procura de soluções governativas progressistas, porque possíveis.
Em tempo de União de Todos os de “Boa Vontade” para “dobrar o cabo das tormentas”, é exigível profundas reflexões em Todos os Campos Políticos, geradoras de novas posturas e mensagens políticas.
Que 2012 nos traga renovações, com esperanças, são os meus votos e empenhos !
José Carlos Albino
Messejana .
19 / 04 / 2011
,,,,,,,to be continued……..
Esta breve reflexão vem a propósito das posturas dos nossos Partidos face às negociações com a “Tróika” ( FMI – EU – BE ), para livrar Portugal da bancarrota, pelo menos no curto prazo.
Na direita das Direitas ( CDS ), mediu-se entre populismo e postura governamental, mas negoceia-se. O PS, naturalmente, negoceia e o PSD, embora tutibiante, vai negociando. Mas os “puros das esquerdas da Esquerda”, nem pensar sentar-se com os “abutres” do FMI/EU/BE…não se vergam aos novos imperialistas.
Temos o Esquerdismo ao seu mais drástico estilo e que, como dizia Lenine, é a “doença infantil do comunismo”. Hoje, essas posturas são inúteis e de fuga a quaisquer responsabilidades governamentais nos tempos presentes. Entrincheirados como “exército defensivo” de cenários e objectivos genéricos, não fundamentados nem sustentados, excluem-se do desenho das soluções, menos más para o Povo, que nos recoloquem num processo sustentado de progressos económicos , sociais e culturais.
O Centrismo, que muito se desenvolveu após a queda do “império soviético”, fundamenta-se nas novas sociedades, menos bipolares e com estrutura social muito diversificada e complexa. O Social a determinar a Política ! Tendo sido uma resposta, não constitui, em si, uma alternativa. Em Portugal o “Centro Esquerda” ( PS ) e o “Centro Direita” ( PSD ) precisam de se recentrar, na base de inovadoras posturas ideológicas, políticas e económicas, com visões bipolares, mas dialogáveis.
Para o domínio do Centrismo em Portugal, também muito contribui os Esquerdismos, com as suas posturas fora do tempo e fora da procura de soluções governativas progressistas, porque possíveis.
Em tempo de União de Todos os de “Boa Vontade” para “dobrar o cabo das tormentas”, é exigível profundas reflexões em Todos os Campos Políticos, geradoras de novas posturas e mensagens políticas.
Que 2012 nos traga renovações, com esperanças, são os meus votos e empenhos !
José Carlos Albino
Messejana .
19 / 04 / 2011
,,,,,,,to be continued……..
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Esquerdistas & Centristas
Esquerdismo VS/ Centrismo
Esta breve reflexão vem a propósito das posturas dos nossos Partidos face às negociações com a “Tróika” ( FMI – EU – BE ), para livrar Portugal da bancarrota, pelo menos no curto prazo.
Na direita das Direitas ( CDS ), mediu-se entre populismo e postura governamental, mas negoceia-se. O PS, naturalmente, negoceia e o PSD, embora tutibiante, vai negociando. Mas os “puros das esquerdas da Esquerda”, nem pensar sentar-se com os “abutres” do FMI/EU/BE…não se vergam aos novos imperialistas.
Temos o Esquerdismo ao seu mais drástico estilo e que, como dizia Lenine, é a “doença infantil do comunismo”. Hoje, essas posturas são inúteis e de fuga a quaisquer responsabilidades governamentais nos tempos presentes. Entrincheirados como “exército defensivo” de cenários e objectivos genéricos, não fundamentados nem sustentados, excluem-se do desenho das soluções, menos más para o Povo, que nos recoloquem num processo sustentado de progressos económicos , sociais e culturais.
,,,,,,,to be continued……..
Esta breve reflexão vem a propósito das posturas dos nossos Partidos face às negociações com a “Tróika” ( FMI – EU – BE ), para livrar Portugal da bancarrota, pelo menos no curto prazo.
Na direita das Direitas ( CDS ), mediu-se entre populismo e postura governamental, mas negoceia-se. O PS, naturalmente, negoceia e o PSD, embora tutibiante, vai negociando. Mas os “puros das esquerdas da Esquerda”, nem pensar sentar-se com os “abutres” do FMI/EU/BE…não se vergam aos novos imperialistas.
Temos o Esquerdismo ao seu mais drástico estilo e que, como dizia Lenine, é a “doença infantil do comunismo”. Hoje, essas posturas são inúteis e de fuga a quaisquer responsabilidades governamentais nos tempos presentes. Entrincheirados como “exército defensivo” de cenários e objectivos genéricos, não fundamentados nem sustentados, excluem-se do desenho das soluções, menos más para o Povo, que nos recoloquem num processo sustentado de progressos económicos , sociais e culturais.
,,,,,,,to be continued……..
domingo, 17 de abril de 2011
Terra ou Lua ?
COM OS PÉS NA TERRA !
Nunca como hoje, face aos meus mais de quarenta anos de Cidadania Activa, a necessidade de termos uma cabeça lúcida assente em pés bem assentes na terra foi tão decisiva. Sobrevoar com asas inexistentes e cabeças na lua, precipitar-nos-á para duros precipícios.
Nos anos que levamos de Democracia, após Ditadura conservadora, imobilista e autista, muito se construiu de progressos sociais, mas com pouca sustentação em modelos económicos adequados aos tempos modernos. A pressão de querermos rapidamente superarmos os enormes atrasos e bloqueios herdados, levou-nos a com frequência a “pôr o carro á frente dos bois”.
Nos momentos de claros crescimentos no poder de compra levantaram-se os pés da terra e sonhou-se luas cheias de felicidades terrenas. Lembro-me de um Ministro das Finanças nos anos noventa ter afirmado que “somos o Oásis no meio do deserto”. E a esmagadora maioria do Povo acreditou e prosseguiu modos de vida de grande consumismo e facilitismo.
Estes voos deram para o torto, também porque agudizados pelo esgotamento do Modelo Capitalista do Século XX, evidenciado pela crise financeira Mundial dos últimos anos.
Hoje a TODOS é nos exigido pés assentes na terra que nos aproximem de caminhos possíveis de progresso, que serão, necessariamente, pedregosos, lentos e exigentes. Quem, ocupando as Lideranças políticas, económicas e sociais do País, prometer a “Lua”, comete um quase crime e, por isso, deve ser penalizado e substituído.
Percorrer a dura construção dum renascimento de Portugal, no quadro de renovada Europa e nova Globalização Mundial, é o desígnio que a todos deve mobilizar, na medida das suas responsabilidades e convicções.
“Mãos á Obra ! “ .
José Carlos Albino
Messejana .
Nunca como hoje, face aos meus mais de quarenta anos de Cidadania Activa, a necessidade de termos uma cabeça lúcida assente em pés bem assentes na terra foi tão decisiva. Sobrevoar com asas inexistentes e cabeças na lua, precipitar-nos-á para duros precipícios.
Nos anos que levamos de Democracia, após Ditadura conservadora, imobilista e autista, muito se construiu de progressos sociais, mas com pouca sustentação em modelos económicos adequados aos tempos modernos. A pressão de querermos rapidamente superarmos os enormes atrasos e bloqueios herdados, levou-nos a com frequência a “pôr o carro á frente dos bois”.
Nos momentos de claros crescimentos no poder de compra levantaram-se os pés da terra e sonhou-se luas cheias de felicidades terrenas. Lembro-me de um Ministro das Finanças nos anos noventa ter afirmado que “somos o Oásis no meio do deserto”. E a esmagadora maioria do Povo acreditou e prosseguiu modos de vida de grande consumismo e facilitismo.
Estes voos deram para o torto, também porque agudizados pelo esgotamento do Modelo Capitalista do Século XX, evidenciado pela crise financeira Mundial dos últimos anos.
Hoje a TODOS é nos exigido pés assentes na terra que nos aproximem de caminhos possíveis de progresso, que serão, necessariamente, pedregosos, lentos e exigentes. Quem, ocupando as Lideranças políticas, económicas e sociais do País, prometer a “Lua”, comete um quase crime e, por isso, deve ser penalizado e substituído.
Percorrer a dura construção dum renascimento de Portugal, no quadro de renovada Europa e nova Globalização Mundial, é o desígnio que a todos deve mobilizar, na medida das suas responsabilidades e convicções.
“Mãos á Obra ! “ .
José Carlos Albino
Messejana .
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