CRISES & PAIXÃO
Vivendo várias Crises, importa colocar a questão da Paixão, questionando que papel terá nas suas vivências e superações. Porque Crise significa perigo e oportunidade!
Se as Crises nos puxam para alguma desmotivação e angústia, também nos convocam para criamos caminhos alternativos mais satisfatórios. E estes só poderão ser criados com PAIXÃO !
Paixão que incorpora ambição, amor, sentimentos, valores e desejo. Questões essenciais para superarmos as Crises.
Há que transpor as forças das Paixões Amorosas, para todos os aspectos das nossas Vidas e nossos Sonhos e Projectos. Estas forças e energias são indispensáveis para dar a volta às Crises!
Mas com valores humanistas e ambição individual e colectiva, também presentes na vivência da Paixão Saudável.
Sejamos claros e firmes. Só com Paixão seremos capazes de solidariamente construir umas novas sociedade, economia e cultura. ´”Só assim valerá a pena… “ !
José Carlos Albino
Messejana .
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
domingo, 3 de outubro de 2010
Diga-se ALTERNATIVAS....fazíveis !
,,pode-se pedir que se reclame alternativas aos caminhos em curso,,,,,
fundamentadas !
zc .
fundamentadas !
zc .
O Comentarista VPV
O TENEBROSO V. P.V.
Vasco Pulido Valente com regularidade escreve com ódio, mentira, mistificação e sem qualquer fundamentação das opiniões expressas. Mas hoje, domingo, ultrapassou todos os limites da decência.
Tem o desplante de iniciar o seu artigo com : - “Fora a gente sem nome que fez do PS um modo de vida, não há ninguém… que se atreva a justificar o primeiro ministro, José Sócrates.” Insultuoso – “gente sem nome…” - e mentiroso -“não há ninguém…” –, desconhece que há milhares de homens e mulheres com cara limpa e peito aberto que defendem o PS e o 1º Ministro José Sócrates e que nas sondagens três milhões de Portugueses continuam a confiar no PS de José Sócrates; serão todos uns parias…?
Sem esquecer as personalidades independentes e de reconhecido mérito, que com clareza tem defendido as opções governamentais. Para VPV nada disto existe, é tudo um embuste.
Mas a mistificação continua com a afirmação -“Não me lembro…de nenhum homem público tão profundamente execrado.”-. Os leitores não tem culpa da sua curta e malévola memória. Quantas personalidades públicas, desde o 25 de Abril, foram “execrados” por milhões de portugueses? Vários; de Vasco Gonçalves a Spínola, de Eanes a Freitas do Amaral ou de Cavaco a Álvaro Cunhal. Mas os olhos vesgos de VPV só vêem José Sócrates. Mente!
Seguem-se diversas calúnias sobre a “criatura”, tal monstro desprovido de humanidade. Fundamentar, justificar e explicitar as tenebrosas afirmações nem vê-las!
Que o Comentário Jornalístico se enobreça e repudie gente sem dignidade, como VPV !
José Carlos Albino
Messejana .
Vasco Pulido Valente com regularidade escreve com ódio, mentira, mistificação e sem qualquer fundamentação das opiniões expressas. Mas hoje, domingo, ultrapassou todos os limites da decência.
Tem o desplante de iniciar o seu artigo com : - “Fora a gente sem nome que fez do PS um modo de vida, não há ninguém… que se atreva a justificar o primeiro ministro, José Sócrates.” Insultuoso – “gente sem nome…” - e mentiroso -“não há ninguém…” –, desconhece que há milhares de homens e mulheres com cara limpa e peito aberto que defendem o PS e o 1º Ministro José Sócrates e que nas sondagens três milhões de Portugueses continuam a confiar no PS de José Sócrates; serão todos uns parias…?
Sem esquecer as personalidades independentes e de reconhecido mérito, que com clareza tem defendido as opções governamentais. Para VPV nada disto existe, é tudo um embuste.
Mas a mistificação continua com a afirmação -“Não me lembro…de nenhum homem público tão profundamente execrado.”-. Os leitores não tem culpa da sua curta e malévola memória. Quantas personalidades públicas, desde o 25 de Abril, foram “execrados” por milhões de portugueses? Vários; de Vasco Gonçalves a Spínola, de Eanes a Freitas do Amaral ou de Cavaco a Álvaro Cunhal. Mas os olhos vesgos de VPV só vêem José Sócrates. Mente!
Seguem-se diversas calúnias sobre a “criatura”, tal monstro desprovido de humanidade. Fundamentar, justificar e explicitar as tenebrosas afirmações nem vê-las!
Que o Comentário Jornalístico se enobreça e repudie gente sem dignidade, como VPV !
José Carlos Albino
Messejana .
sábado, 2 de outubro de 2010
A CAPITAL
A CAPITAL DAS VILAS E BAIRROS
Na cosmopolita e aberta ao Mundo Capital de Portugal, Lisboa e a “Grande Lisboa”, são, também, um aglomerado de vilas e bairros.
E há os antigos e modernos, mas todos vão trilhando comportamentos e posturas sociais, económicas e culturais diferenciados e algo Comunitários. Mais nos velhos, que nos novos.
Mas a procura de convivências de proximidade, no nosso Local, é algo que a Cidade incorporou pela sua história e pelos Cidadãos que, de todo o País, a foram fazendo.
Mergulhar no interior das vilas e bairros que, ainda, fazem Lisboa, é reconhecer claramente que somos um Povo com idênticas características. Uns mais individualistas, outros mais congregadores ou mais atrevidos, somos um Povo que nos diferencia e interpela.
Cultivemos, viajando e mudando, de Terra para Terra, grande, média ou pequena, um conhecimento de Portugal-Todo, que nos agita, identifica e envolve.
Somos um “pequeno-grande tesouro” neste Mundo de dualidades. Somos pequenos no Território e vastos e sublimes na universalidade que espalhámos ao longo do Planeta. Somos reconhecidos !
Saibamos estar na preservação, com actualidade, das nossas ideosincrasias e comportamentos e teremos um “lugar ao sol” no Mundo que vai vindo !
José Carlos Albino
Messejana .
Na cosmopolita e aberta ao Mundo Capital de Portugal, Lisboa e a “Grande Lisboa”, são, também, um aglomerado de vilas e bairros.
E há os antigos e modernos, mas todos vão trilhando comportamentos e posturas sociais, económicas e culturais diferenciados e algo Comunitários. Mais nos velhos, que nos novos.
Mas a procura de convivências de proximidade, no nosso Local, é algo que a Cidade incorporou pela sua história e pelos Cidadãos que, de todo o País, a foram fazendo.
Mergulhar no interior das vilas e bairros que, ainda, fazem Lisboa, é reconhecer claramente que somos um Povo com idênticas características. Uns mais individualistas, outros mais congregadores ou mais atrevidos, somos um Povo que nos diferencia e interpela.
Cultivemos, viajando e mudando, de Terra para Terra, grande, média ou pequena, um conhecimento de Portugal-Todo, que nos agita, identifica e envolve.
Somos um “pequeno-grande tesouro” neste Mundo de dualidades. Somos pequenos no Território e vastos e sublimes na universalidade que espalhámos ao longo do Planeta. Somos reconhecidos !
Saibamos estar na preservação, com actualidade, das nossas ideosincrasias e comportamentos e teremos um “lugar ao sol” no Mundo que vai vindo !
José Carlos Albino
Messejana .
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
AMORES...
Amores, sexo e obsessões
A tríade referida no título, remete para características indissociáveis e sempre presentes na espécie humana. Cada uma de sua maneira, de diferentes dimensões e diversas temporalidades.
O Amor é algo que nasce connosco, por via da relação com os que nos começam a rodear – pais, irmãos, avós, amigos e vizinhos. Quando na adolescência, na abertura da juventude, os amores ganham novos contornos, realidades e excitações. A roda de amigos e colegas das mesmas idades, passam a ser o cento nevrálgico da procura amorosa. E, assim, prosseguirá pelos tempos, com nuances e dimensões diversas e várias confusões.
O Sexo, afilhado dos amores, faz saltar o que de mais animal temos em nós. Sem preconceitos face à nossa animalidade. Somos transportados para cenas corporais, em pleno, que nos transformam a mente e racionalidade, na procura dum prazer incomensurável.
As obsessões, para alem de outras noutros domínios, são filhas de amores e sexo. Umas saudáveis, quanto baste, como paixões, ciúmes, fixações e enredos; outras doentias que levam a actos tresloucados e, por vezes, violentos e assassinos. As obsessões são, muitas vezes. Descontroles das relações amorosas e sexuais. Cuidemos delas !
Conjugar esta tríade – amores, sexo e obsessões – é um desafio permanente, que deverá ser levado com ardor, racionalidade e sentimento !
José Carlos Albino
Messejana .
A tríade referida no título, remete para características indissociáveis e sempre presentes na espécie humana. Cada uma de sua maneira, de diferentes dimensões e diversas temporalidades.
O Amor é algo que nasce connosco, por via da relação com os que nos começam a rodear – pais, irmãos, avós, amigos e vizinhos. Quando na adolescência, na abertura da juventude, os amores ganham novos contornos, realidades e excitações. A roda de amigos e colegas das mesmas idades, passam a ser o cento nevrálgico da procura amorosa. E, assim, prosseguirá pelos tempos, com nuances e dimensões diversas e várias confusões.
O Sexo, afilhado dos amores, faz saltar o que de mais animal temos em nós. Sem preconceitos face à nossa animalidade. Somos transportados para cenas corporais, em pleno, que nos transformam a mente e racionalidade, na procura dum prazer incomensurável.
As obsessões, para alem de outras noutros domínios, são filhas de amores e sexo. Umas saudáveis, quanto baste, como paixões, ciúmes, fixações e enredos; outras doentias que levam a actos tresloucados e, por vezes, violentos e assassinos. As obsessões são, muitas vezes. Descontroles das relações amorosas e sexuais. Cuidemos delas !
Conjugar esta tríade – amores, sexo e obsessões – é um desafio permanente, que deverá ser levado com ardor, racionalidade e sentimento !
José Carlos Albino
Messejana .
LISBOA....
BANHO DE CAPITALIDADE !
Vivendo na interioridade, no sul do Baixo Alentejo, aterrei na nossa Capital, a linda Lisboa, Cidade do Sul e Cosmopolita.
Qual provinciano do século passado, entrei na Capital, a maior Urbe e Área Metropolitana de Portugal, e fascinaram-me as multidões que me foram rodeando.
Mas o primeiro encontro surpreendente, foi ao chegar ao Largo de Camões, pelas seis da tarde, cruzar-me com dezenas, centenas, de Cidadãos falando as mais diversas línguas e Jovens vindos duma qualquer jornada de solidariedade. Também de dia, a envolvência do Bairro Alto fervilhava de gente.
A segunda, prevista, foi o curtir o Concerto de Abertura do Teatro São Carlos, com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, repleto e abarrotar de gente das mais variadas gerações e culturas. Foi um belo revigorante cerebral e sentimental !
Depois a noite. Começando no “Bar do Irlandês”, com música ao vivo, continuou o banho de culturas, gerações e línguas.
Vale a pena vir à Capital, à nossa “Cidade Branca”, para nos sentirmos mais universalistas e contemporâneos.
Que nós, dos Interiores, saibamos beber o que de bom tem a Cidade-Capital e que os que a habitam se lancem por todo o Território que faz Portugal.
A universalidade nas diferenças, será a forma de fugirmos ao precipício que nos prossegue!
Boas Vivências !
José Carlos Albino
Messejana.
Vivendo na interioridade, no sul do Baixo Alentejo, aterrei na nossa Capital, a linda Lisboa, Cidade do Sul e Cosmopolita.
Qual provinciano do século passado, entrei na Capital, a maior Urbe e Área Metropolitana de Portugal, e fascinaram-me as multidões que me foram rodeando.
Mas o primeiro encontro surpreendente, foi ao chegar ao Largo de Camões, pelas seis da tarde, cruzar-me com dezenas, centenas, de Cidadãos falando as mais diversas línguas e Jovens vindos duma qualquer jornada de solidariedade. Também de dia, a envolvência do Bairro Alto fervilhava de gente.
A segunda, prevista, foi o curtir o Concerto de Abertura do Teatro São Carlos, com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, repleto e abarrotar de gente das mais variadas gerações e culturas. Foi um belo revigorante cerebral e sentimental !
Depois a noite. Começando no “Bar do Irlandês”, com música ao vivo, continuou o banho de culturas, gerações e línguas.
Vale a pena vir à Capital, à nossa “Cidade Branca”, para nos sentirmos mais universalistas e contemporâneos.
Que nós, dos Interiores, saibamos beber o que de bom tem a Cidade-Capital e que os que a habitam se lancem por todo o Território que faz Portugal.
A universalidade nas diferenças, será a forma de fugirmos ao precipício que nos prossegue!
Boas Vivências !
José Carlos Albino
Messejana.
Indivíduo/Comunidade
VAI POR TI !!!
Esta expressão, com a qual intitulo este texto, é filha do - “Sei que não vou por aí!” -, do Poeta José Régio.
É meu entendimento que o nosso paradigma, a nossa ambição e a nossa procura pelo bem comum, passa por apostarmos em nós. Irmos, de “espinha direita” e convicções e dúvidas fortes, por onde a vida nos manda.
Mas, quando a Vida nos manda sermos, e não existirmos! Sermos activos, participativos, contestatários e realizadores. Sermos !
Só sendo, cada um pelo seu caminho, feito de solidariedades e divergências, ganharemos o estatuto de humanos activos, que vão passando põe este mundo.
Na nossa procura, caminhando, procuraremos as Comunidades éticas e fraternas, feitos de Pessoas que buscam o su próprio camimho, imaginando e sonhando tempos melhores!
José Carlos Albino
Messejana .
Esta expressão, com a qual intitulo este texto, é filha do - “Sei que não vou por aí!” -, do Poeta José Régio.
É meu entendimento que o nosso paradigma, a nossa ambição e a nossa procura pelo bem comum, passa por apostarmos em nós. Irmos, de “espinha direita” e convicções e dúvidas fortes, por onde a vida nos manda.
Mas, quando a Vida nos manda sermos, e não existirmos! Sermos activos, participativos, contestatários e realizadores. Sermos !
Só sendo, cada um pelo seu caminho, feito de solidariedades e divergências, ganharemos o estatuto de humanos activos, que vão passando põe este mundo.
Na nossa procura, caminhando, procuraremos as Comunidades éticas e fraternas, feitos de Pessoas que buscam o su próprio camimho, imaginando e sonhando tempos melhores!
José Carlos Albino
Messejana .
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