Um dia depois, pois perdi o aviao, estou de partida de Palermo...bella cita...!
Quando assentar em Messejana, darei conta das impressoes desta Viagem,Estadia e Conferencia.
Arriverdeci...!!!
ze calos
Palermo .
terça-feira, 15 de junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
Realidades
,,Continuaçao
Erros : - ..olhos...marteiros ; ..."Carrosel" ; ....ciclo do CAPITALISMO.... ; ..."Camaleao"...
Todos teem razao,a sua maneira, mas nao atacam a Questao Principal. Que e : -Que Novos Modelos e Metodologias neste Seculo XXI ?.
Sabemos, penso que pacificamente, que muito esta elevaçao da Cidadania Activa Politica e Social, mas, tambem, nas maos dos Partidos e seus Dirigentes, que devem dixar as "Conjunturas" e vislumbrar "Estrategias".
Que os Partidos e suas Liderancas se renovem; que as Pessoas exerçam a sua Cidadania Activa e Construtiva; que saibamos "aproveitar" as Crises, para Mudanças Estruturais e Estrategicas, sao os meus pensamentos e ambiçoes!
Superar a Crise, exige.se!
Ze Carlos Albino
Palermo
PS : - o PC nao tem assentos..........
Erros : - ..olhos...marteiros ; ..."Carrosel" ; ....ciclo do CAPITALISMO.... ; ..."Camaleao"...
Todos teem razao,a sua maneira, mas nao atacam a Questao Principal. Que e : -Que Novos Modelos e Metodologias neste Seculo XXI ?.
Sabemos, penso que pacificamente, que muito esta elevaçao da Cidadania Activa Politica e Social, mas, tambem, nas maos dos Partidos e seus Dirigentes, que devem dixar as "Conjunturas" e vislumbrar "Estrategias".
Que os Partidos e suas Liderancas se renovem; que as Pessoas exerçam a sua Cidadania Activa e Construtiva; que saibamos "aproveitar" as Crises, para Mudanças Estruturais e Estrategicas, sao os meus pensamentos e ambiçoes!
Superar a Crise, exige.se!
Ze Carlos Albino
Palermo
PS : - o PC nao tem assentos..........
sexta-feira, 11 de junho de 2010
REALIDADES.....Visoes
Motivado pelo Artigo de Helena Matos - "E agora nos ? " - , venho a praça, para, tanbem, falar de Realidades! Porque os olhos sao maeteitos e, sempre, parcializados.
Para mim, a Realidade nao e a do Portas, do Geronimo & Louça, de ilustre independentes, do Socrates e, muito menos, do Cavaco e seu "bombeiro" P. Coelho. A Realidade, na sua complexidade, e um "Carrosel! em movimento, que tem de tudo...!
Mas, o que mais importa, e que a Realidade que vivemos, previsivel ha decadas,marca o fim dum Ciclo do Papialismo, muito !Camaleao".
,,,,,,continua...sen sinais,,,de Paleremo...!
zc.
Para mim, a Realidade nao e a do Portas, do Geronimo & Louça, de ilustre independentes, do Socrates e, muito menos, do Cavaco e seu "bombeiro" P. Coelho. A Realidade, na sua complexidade, e um "Carrosel! em movimento, que tem de tudo...!
Mas, o que mais importa, e que a Realidade que vivemos, previsivel ha decadas,marca o fim dum Ciclo do Papialismo, muito !Camaleao".
,,,,,,continua...sen sinais,,,de Paleremo...!
zc.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Texto-BaseIntervençãoEmITÁLIA-Conferência....
CONTRIBUTOS DO MOVIMENTO DO DESENVOLVIMENTO LOCAL PARA A PROCURA DE ECONOMIAS ALTERNATIVAS !
José Carlos Albino
- ANIMAR –
Portugal
1. O Movimento do Desenvolvimento Local, ao apostar nos Territórios e suas Gentes, como Protagonistas e Actores da Renovação Social, Económica e Cultural das diversas Comunidades Locais, tem sido um “Laboratório” de iniciativas, projectos e empreendimentos em Direcção a Novas Posturas nos campos económico, social e cultural.
Partindo do Fomento da Participação, Qualificação Cidadã, Empreendedorismo, Solidariedade, Cooperação e Sustentabilidade, numa lógica de “Baixo para Cima”, tem provocado novos “Ambientes” nas Vivências e Ambições das Populações, o que tem passado pela procura de alternativas económicas, fundadas na criação de trabalho-emprego, no desenvolvimento social, aprofundamento democrático, responsabilidade social da globalidade das empresas e equidade e justiça.
2. Nos últimos anos a ANIMAR, enquanto Rede Nacional, e muitas Organizações de Desenvolvimento Local ( ODLs. ), têm vindo, cada vez mais, a “casar-se” com os movimentos da Economia Social e Solidária e a fomentar o seu desenvolvimento, modernização e eficiência social.
Consideramos um Caminho a prosseguir e expandir, em ordem ao aprofundamento da Democracia Económica, embora saibamos das suas limitações para resolver a globalidade da Crise Actual do Capitalismo. É um Caminho necessário, mas não suficiente.
3. Nesta procura de “Economias Alternativas”, consideramos indispensável o aprofundamento e expansão da “Responsabilidade Social” da generalidade das Empresas, mas, talvez mais importante, apostar em Organizações Cooperativas e/ou de Cooperação Económica, entre a globalidade das Empresas, Empreendimentos Sociais e Instituições e Organizações Locais duma mesma Zona Territorial, de pequena e média dimensão, com vista a criar uma “Malha”de Coordenação Económica para operacionalizar, fomentar e incrementar Modelos de Desenvolvimento assentes na equidade, justiça social, solidariedade, sustentabilidade e qualidade de vida, na base de novos comportamentos e atitudes superadores do “Consumismo” ( Novos e Inovadores “Sovietes” do Séc. XXI, modernos, actuais, plurais, eficientes económica e socialmente e construtivos… ) .
4. Mas nunca poderemos esquecer o Papel do Estado, a diversos níveis. Antes de mais, defendendo a Noção de “Estado Estratega” que realiza, incentiva, regulamenta e coopera para uma via progressista social e económica e uma mais completa Democracia.
Realizando o Estado-Social fomentador de acesso universal às necessidades básicas, materiais e culturais, e promovendo os Investimentos das Obras de Interesse Público e de Desenvolvimento Económico dos sectores estratégicos.
Incentivando a Economia Solidária, a Cooperação Territorial, o Desenvolvimento Local e Associativismo & Democracia Participativa, fomentadoras da Cidadania Activa e do Empreendedorismo desenvolvimentista.
Regulamentando os naturais “Desvios” do Mercado, exigindo comportamentos e actividades suportadas na “Economia Real “ , respeitando a sustentabilidade da Economia.
Cooperando activa e organizadamente com as Organizações da Sociedade Civil, particularmente com as de Iniciativa Social e Territorial
( “Economia Solidária e Territorial” ).
5. Estas vias convergentes na Direcção de Novos Modelos, superadores das Crises, têm que implicar Ideologias Renovadas, que, pedagogicamente, terão que ser anunciadas, defendidas, experimentadas e promovidas perante os Cidadãos Activos e Organizações Associativas, com a introdução de Projectos e Iniciativas demonstrativos dos caminhos a prosseguir.
Estas Acções pressupõem e exigem a Intervenção dos Partidos Políticos Progressistas, renovados ou novos, pois são quem domina a Acção Política e a Luta pelos diversos Poderes, Locais, Regionais, Nacionais, Europeus e Internacionais.
Todavia, será fundamental a Intervenção Cultural e Cívica de Pessoas Individuais e Colectivas, numa lógica de Proposição, Experimentação e Formação Política, que não se revêem em qualquer Partido, mas têm mensagem política a transmitir de forma plural e motivadora das necessárias transformações na sociedade e economia.
6. Por último, afirmar que o Êxito destes Processos, necessitam, “como de pão para a boca”, dum Debate continuado e aprofundado, monitorizando experiências e percursos em realização, e progredindo em “Corpos Teóricos” que clarifiquem as Vias, Métodos, Modelos de Sociedade e Economia e Lideranças Político-Sociais que aglutinem os necessários “Blocos Sociais de Progresso” .
Agora, vamos ao Contraditório e Debate Participado !
José Carlos Albino
Portugal .
José Carlos Albino
- ANIMAR –
Portugal
1. O Movimento do Desenvolvimento Local, ao apostar nos Territórios e suas Gentes, como Protagonistas e Actores da Renovação Social, Económica e Cultural das diversas Comunidades Locais, tem sido um “Laboratório” de iniciativas, projectos e empreendimentos em Direcção a Novas Posturas nos campos económico, social e cultural.
Partindo do Fomento da Participação, Qualificação Cidadã, Empreendedorismo, Solidariedade, Cooperação e Sustentabilidade, numa lógica de “Baixo para Cima”, tem provocado novos “Ambientes” nas Vivências e Ambições das Populações, o que tem passado pela procura de alternativas económicas, fundadas na criação de trabalho-emprego, no desenvolvimento social, aprofundamento democrático, responsabilidade social da globalidade das empresas e equidade e justiça.
2. Nos últimos anos a ANIMAR, enquanto Rede Nacional, e muitas Organizações de Desenvolvimento Local ( ODLs. ), têm vindo, cada vez mais, a “casar-se” com os movimentos da Economia Social e Solidária e a fomentar o seu desenvolvimento, modernização e eficiência social.
Consideramos um Caminho a prosseguir e expandir, em ordem ao aprofundamento da Democracia Económica, embora saibamos das suas limitações para resolver a globalidade da Crise Actual do Capitalismo. É um Caminho necessário, mas não suficiente.
3. Nesta procura de “Economias Alternativas”, consideramos indispensável o aprofundamento e expansão da “Responsabilidade Social” da generalidade das Empresas, mas, talvez mais importante, apostar em Organizações Cooperativas e/ou de Cooperação Económica, entre a globalidade das Empresas, Empreendimentos Sociais e Instituições e Organizações Locais duma mesma Zona Territorial, de pequena e média dimensão, com vista a criar uma “Malha”de Coordenação Económica para operacionalizar, fomentar e incrementar Modelos de Desenvolvimento assentes na equidade, justiça social, solidariedade, sustentabilidade e qualidade de vida, na base de novos comportamentos e atitudes superadores do “Consumismo” ( Novos e Inovadores “Sovietes” do Séc. XXI, modernos, actuais, plurais, eficientes económica e socialmente e construtivos… ) .
4. Mas nunca poderemos esquecer o Papel do Estado, a diversos níveis. Antes de mais, defendendo a Noção de “Estado Estratega” que realiza, incentiva, regulamenta e coopera para uma via progressista social e económica e uma mais completa Democracia.
Realizando o Estado-Social fomentador de acesso universal às necessidades básicas, materiais e culturais, e promovendo os Investimentos das Obras de Interesse Público e de Desenvolvimento Económico dos sectores estratégicos.
Incentivando a Economia Solidária, a Cooperação Territorial, o Desenvolvimento Local e Associativismo & Democracia Participativa, fomentadoras da Cidadania Activa e do Empreendedorismo desenvolvimentista.
Regulamentando os naturais “Desvios” do Mercado, exigindo comportamentos e actividades suportadas na “Economia Real “ , respeitando a sustentabilidade da Economia.
Cooperando activa e organizadamente com as Organizações da Sociedade Civil, particularmente com as de Iniciativa Social e Territorial
( “Economia Solidária e Territorial” ).
5. Estas vias convergentes na Direcção de Novos Modelos, superadores das Crises, têm que implicar Ideologias Renovadas, que, pedagogicamente, terão que ser anunciadas, defendidas, experimentadas e promovidas perante os Cidadãos Activos e Organizações Associativas, com a introdução de Projectos e Iniciativas demonstrativos dos caminhos a prosseguir.
Estas Acções pressupõem e exigem a Intervenção dos Partidos Políticos Progressistas, renovados ou novos, pois são quem domina a Acção Política e a Luta pelos diversos Poderes, Locais, Regionais, Nacionais, Europeus e Internacionais.
Todavia, será fundamental a Intervenção Cultural e Cívica de Pessoas Individuais e Colectivas, numa lógica de Proposição, Experimentação e Formação Política, que não se revêem em qualquer Partido, mas têm mensagem política a transmitir de forma plural e motivadora das necessárias transformações na sociedade e economia.
6. Por último, afirmar que o Êxito destes Processos, necessitam, “como de pão para a boca”, dum Debate continuado e aprofundado, monitorizando experiências e percursos em realização, e progredindo em “Corpos Teóricos” que clarifiquem as Vias, Métodos, Modelos de Sociedade e Economia e Lideranças Político-Sociais que aglutinem os necessários “Blocos Sociais de Progresso” .
Agora, vamos ao Contraditório e Debate Participado !
José Carlos Albino
Portugal .
sábado, 5 de junho de 2010
formasDeVIDA...!
VIDAS : em casal, a solo e em comunidade !
Sou do tempo em que se procurou alternativas à vida familiar na base dos casais tradicionais, sendo o Movimento Hippye uns vanguardistas. Por cá participei nos inícios dos 70, em “soluções comunitárias”, em que na mesma casa se congregavam casais, pessoas a solo de ambos os sexos e de várias idades. Foram interessantes experiências, em ruptura com “uma casa, uma família”, que permitiram novas vivências, nomeadamente liberalizando as relações sexuais para além do casamento.
Foram morrendo, vergadas pela tradição, conservadorismo latente e para não agredir as normas. Todavia, em mim e, certamente, que em muitos outros, deixaram um rasto de nostalgia e de saudade.
Hoje, a Vida em Casal domina totalmente, como única forma de emancipação e autonomia dos Jovens. É a via corrente, normalizada e aceite socialmente. Nada de Experiências que afrontem este modelo limitado.
Todavia, a expansão das Separações e Divórcios de Acasalamentos, religiosos, civis ou informais, criaram uma nova generalizada forma de vida, que passa palas “Vivências a Solo”. Com, ou sem, filhos agregados, é hoje uma Forma de Vida generalizada entra mulheres e homens adultos e veteranos. São, por vezes, formas que apelam a partilhas e conivências afectivas com amigos, que ficam “da casa”.
Que haja vontade e coragem para continuar à procura de novas e inovadoras formas de vida, são os meus desejos e ambições, a bem de Vidas Saudáveis e Solidárias !
Com saudades do futuro, activamente espero!
José Carlos Albino .
Messejana .
Sou do tempo em que se procurou alternativas à vida familiar na base dos casais tradicionais, sendo o Movimento Hippye uns vanguardistas. Por cá participei nos inícios dos 70, em “soluções comunitárias”, em que na mesma casa se congregavam casais, pessoas a solo de ambos os sexos e de várias idades. Foram interessantes experiências, em ruptura com “uma casa, uma família”, que permitiram novas vivências, nomeadamente liberalizando as relações sexuais para além do casamento.
Foram morrendo, vergadas pela tradição, conservadorismo latente e para não agredir as normas. Todavia, em mim e, certamente, que em muitos outros, deixaram um rasto de nostalgia e de saudade.
Hoje, a Vida em Casal domina totalmente, como única forma de emancipação e autonomia dos Jovens. É a via corrente, normalizada e aceite socialmente. Nada de Experiências que afrontem este modelo limitado.
Todavia, a expansão das Separações e Divórcios de Acasalamentos, religiosos, civis ou informais, criaram uma nova generalizada forma de vida, que passa palas “Vivências a Solo”. Com, ou sem, filhos agregados, é hoje uma Forma de Vida generalizada entra mulheres e homens adultos e veteranos. São, por vezes, formas que apelam a partilhas e conivências afectivas com amigos, que ficam “da casa”.
Que haja vontade e coragem para continuar à procura de novas e inovadoras formas de vida, são os meus desejos e ambições, a bem de Vidas Saudáveis e Solidárias !
Com saudades do futuro, activamente espero!
José Carlos Albino .
Messejana .
quinta-feira, 3 de junho de 2010
PRESIDENCIAIS !
ALEGRE : o Presidente da Esperança !
Nestes duros e complexos tempos da nossa Vida Colectiva, em que estamos a “apertar o cinto” por largos períodos, é tempo de sermos ousados nas Reformas e na redefinição de Estratégias e Modelos Socio-Económicos, que superem o beco a que este Capitalismo do Pós-Guerra nos levou, precisamos de Lideranças que demonstrem coragem e inovação.
E neste momento, Manuel Alegre, com a sua irreverência, permanente procura de Alternativas e Visão Cultural do Mundo, é o único Candidato à Presidência que nos pode devolver a Esperança e Combatividade Colectivas, que nos faça acreditar que “Novos Tempos” são necessários e possíveis.
E a Aposta não deverá ser, principalmente, nos domínios quantitativos e financeiros, mas sim na lógica qualitativa, com novos Comportamentos e Modelos de Vida que privilegiem a satisfação das necessidades básicas e vivências colectivas de solidariedade, lazer cultural e sustentabilidade do nosso conturbado Mundo.
Cavaco aponta, precisamente, no sentido contrário, na base de perspectivas economicistas e produtivistas. Alegre já demonstrou a sua vontade e direcção de unir os Portugueses à volta de Valores e Cultura, na base dum novo Progressismo, baseado em vidas saudáveis, equitativas, não consumistas e de fruição cultural.
Sendo de Esquerda, apela a todos “os homens de boa vontade”, muitos situados numa visão política centrista, mas sedentos de progresso e justiça.
Esperançado, vejo Manuel Alegre como o Presidente de que precisamos, nos tempos actuais e vindouros !
José Carlos Albino
Messejana .
Nestes duros e complexos tempos da nossa Vida Colectiva, em que estamos a “apertar o cinto” por largos períodos, é tempo de sermos ousados nas Reformas e na redefinição de Estratégias e Modelos Socio-Económicos, que superem o beco a que este Capitalismo do Pós-Guerra nos levou, precisamos de Lideranças que demonstrem coragem e inovação.
E neste momento, Manuel Alegre, com a sua irreverência, permanente procura de Alternativas e Visão Cultural do Mundo, é o único Candidato à Presidência que nos pode devolver a Esperança e Combatividade Colectivas, que nos faça acreditar que “Novos Tempos” são necessários e possíveis.
E a Aposta não deverá ser, principalmente, nos domínios quantitativos e financeiros, mas sim na lógica qualitativa, com novos Comportamentos e Modelos de Vida que privilegiem a satisfação das necessidades básicas e vivências colectivas de solidariedade, lazer cultural e sustentabilidade do nosso conturbado Mundo.
Cavaco aponta, precisamente, no sentido contrário, na base de perspectivas economicistas e produtivistas. Alegre já demonstrou a sua vontade e direcção de unir os Portugueses à volta de Valores e Cultura, na base dum novo Progressismo, baseado em vidas saudáveis, equitativas, não consumistas e de fruição cultural.
Sendo de Esquerda, apela a todos “os homens de boa vontade”, muitos situados numa visão política centrista, mas sedentos de progresso e justiça.
Esperançado, vejo Manuel Alegre como o Presidente de que precisamos, nos tempos actuais e vindouros !
José Carlos Albino
Messejana .
terça-feira, 1 de junho de 2010
economiaALTERNATIVA....!
Seminário “ Economia Alternativa : Economia baseada na Cooperação/Cooperativismo, Solidariedade e Ética Empresarial; Correntes, Inovações e Experiências”. Oportunidades para uma Nova Esquerda na Europa ? - Palermo – 12 / Junho / 2010 –
Como conferencista nesta desafiante Conferência, venho salientar o Debate que é proposto, que equaciona que Novos Modelos Sócio-Económicos Alternativos, perante a profunda Crise do Capitalismo Internacional, que demonstrou o fracasso dos Modelos Liberais das últimas décadas.
Como considero que a Reflexão e Debate aberto e profundo sobre que Estratégias Exequíveis para Superar, a prazo, a Crise em Desenvolvimento, é uma Necessidade Insubstituível para podermos vislumbrar Futuros neste conturbado Mundo, tenho grandes expectativas sobre as Conclusões Possíveis.
Espero que estas Temáticas sejam levadas a sério e provoquem Debates Públicos Alargados, que ajudem a definir que Portugal queremos e podemos construir.
A consciência da ausência de Estratégias Regeneradoras do Sistema Económico e Político, em agonia e apodrecimento, é um indispensável ponto de partida para “inventarmos” Alternativas com Equidade, Responsabilidade e Justiça Social.
Ousemos, sem preconceitos, lançar Pistas para descobrirmos a Direcção certa para um Mundo em Paz e com Solidariedade entre Grupos Sociais, Gerações e Territórios.
Com o compromisso de voltar ao Tema, após a Conferência, apelo às Reflexões entre TODOS os Cidadãos Activos !
José Carlos Albino
Messejana .
Como conferencista nesta desafiante Conferência, venho salientar o Debate que é proposto, que equaciona que Novos Modelos Sócio-Económicos Alternativos, perante a profunda Crise do Capitalismo Internacional, que demonstrou o fracasso dos Modelos Liberais das últimas décadas.
Como considero que a Reflexão e Debate aberto e profundo sobre que Estratégias Exequíveis para Superar, a prazo, a Crise em Desenvolvimento, é uma Necessidade Insubstituível para podermos vislumbrar Futuros neste conturbado Mundo, tenho grandes expectativas sobre as Conclusões Possíveis.
Espero que estas Temáticas sejam levadas a sério e provoquem Debates Públicos Alargados, que ajudem a definir que Portugal queremos e podemos construir.
A consciência da ausência de Estratégias Regeneradoras do Sistema Económico e Político, em agonia e apodrecimento, é um indispensável ponto de partida para “inventarmos” Alternativas com Equidade, Responsabilidade e Justiça Social.
Ousemos, sem preconceitos, lançar Pistas para descobrirmos a Direcção certa para um Mundo em Paz e com Solidariedade entre Grupos Sociais, Gerações e Territórios.
Com o compromisso de voltar ao Tema, após a Conferência, apelo às Reflexões entre TODOS os Cidadãos Activos !
José Carlos Albino
Messejana .
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