quarta-feira, 6 de maio de 2009

Estórias da minha Terra - 4 -

E se falarmos da Vida Religiosa ou da falta dela; tínhamos como Prior o Padre Serralheiro que chegara nos anos cinquenta e que se notabilizou como Promotor de Obra, desde a Igreja da Misericórdia à Praça de Touros, sem esquecer o seu convívio com o povo, muito arejado e envolvido nos convívios expontâneos. Cumpria as suas obrigações enquanto Pároco, muito impulsionado por uma vintena de Mulheres Católicas Praticantes, lideradas pela D. Celeste ( em linguagem popular as “Beatas “).
Embora a vida corresse na sua quietude, outras Organizações e Iniciativas percorriam a vida Messejanense; senão vejamos: funcionava a Casa do Povo, com actividades recreativas e desportivas; tinha vida activa o Clube – o Grupo Desportivo Messejanense; organizava-se sessões de Cinema, no Inverno e no Verão, em espaços particulares; realizavam-se Festas e Bailes, uns populares, outros das Famílias mais relevantes da Vila e Concelho, que animavam a vida pacata.
Havia várias Famílias que marcavam a vida da Terra entre o povo e a pequena burguesia; são diversas: os Petronilhos, os Camachos/Palhaços, os Policarpos, os Guerreiro, os Fortes, os Lebre, os Baptistas, os Santos Rosa, os Mendes, os Ruas, os “Porca”, os Matos, os Pinto, os Góis, os Guisado, os Salgueiro, ao Faria, os Belchior, os Capela ,os Assunção, os Pereira, os Moleiro,os Caetanos, os Naeram tempos do “ Dia dos Pobres”, em que aos sábados dezenas de Famílias batiam á porta dos mais abastados da Terra.
Mas, nos anos 60 como é que se vivia em Messejana ? Os moços andavam na maioria descalços e a brincar a Jogos, hoje considerados tradicionais, sem esquecer o jogo da Luta, que sempre agitou a evolução do Homem. Os homens, nos poucos tempos sem afazeres, bebiam um copo nas Tabernas da Vila e cavaqueavam com a língua solta e , por vezes, cantavam. As mulheres agarradas á casa, encontravam-se nas Lojas e noutros afazeres comuns, sempre com a corda mais apertada. Como dissemos vários foram rumando a Setúbal e Lisboa e seus arrabaldes e outros na aventura de França e mais alguns Países vizinhos, todos á procura de trabalho e da sobrevivência. De referenciar que a partir desses tempos, as Famílias possidentes vieram na maioria a abandonar a Terra; a título de exemplo, refiro duas Lavradoras que continuaram a levar por diante as suas explorações: a D. Zézinha e a D. Lúcia.
No meio disto tudo ainda houve duas rajadas de Peste Suína, que arruinaram pobres e, também, ricos no Baixo Alentejo, o que significava que se vivia uma vida triste, embora a alma Alentejana conseguisse milagres de vivências alegres e cheias de humor verrinoso e fininho. A Terra com luz elétrica desde cedo, com ruas cheias de poças no Inverno e pó no Verão e com o casario arranjado quanto baste, sem esquecer o património arquitectónico e monumental (na altura mais visível e arranjado) , sem água potável e com más estradas de acesso, ia andando, parada.
Contudo nos finais dos anos sessenta surge a ideia que uma Fábrica poderia vir parar a Messejana; o que consta é que tal se deve a que o homem da Ideia é filho da Terra. Confirmado que a Fabrica de Móveis ia avançar pela mão do Arq. Henrique Albino, irmão do Veterinário do Concelho, e que dezenas de postos de trabalho poderiam ser criados. Esta novidade altera os planos de jovens e mais velhos que perspectivam o seu futuro na Terra, o que fez estagnar a sangria que se vinha verificando. Mas estávamos a esquecer aspectos importantes na vida da Vila; o que dizer dos cuidados de saúde, que estavam entregues nas mãos do Dr. Guisado que com a sua parcimónia tratava dos doentes o melhor possível, com as condições insuficientes da época, e em casos mais graves havia o mini-hospital

terça-feira, 5 de maio de 2009

Notas soltas - 5 -

IDA A LISBOA

À conta dos meus dentes, vou até Lisboa. Irei nos Expresso e espero ver o meu Pai de boa saúde, ainda hoje á noite, por via da boleia do Mano Zé Duarte.
Para além da obrigação, espero dar a volta possível á Feira do Livro; é um prazer poder ver e tocar em tantos belos Livros que espero vivenciar.
Talvez dê para um encontro com uma amiga...o tempo o dirá!
Espero ter umas conversas com o meu Pai, que já vai a caminho dos 92 !
Depois será a Volta, com as planuras á minha espera.
Até 5ª feira e bons momentos!
Abraços.
Zé Carlos

Estórias da minha Terra - 3 -

Havia várias Famílias que marcavam a vida da Terra entre o povo e a pequena burguesia; são diversas: os Petronilhos, os Camachos/Palhaços, os Policarpos, os Guerreiro, os Fortes, os Lebre, os Baptistas, os Santos Rosa, os Mendes, os Ruas, os “Porca”, os Matos, os Pinto, os Góis, os Guisado, os Salgueiro, ao Faria, os Belchior, os Capela ,os Assunção, os Pereira, os Moleiro,os Caetanos, os Naeram tempos do “ Dia dos Pobres”, em que aos sábados dezenas de Famílias batiam á porta dos mais abastados da Terra.
Mas, nos anos 60 como é que se vivia em Messejana ? Os moços andavam na maioria descalços e a brincar a Jogos, hoje considerados tradicionais, sem esquecer o jogo da Luta, que sempre agitou a evolução do Homem. Os homens, nos poucos tempos sem afazeres, bebiam um copo nas Tabernas da Vila e cavaqueavam com a língua solta e , por vezes, cantavam. As mulheres agarradas á casa, encontravam-se nas Lojas e noutros afazeres comuns, sempre com a corda mais apertada. Como dissemos vários foram rumando a Setúbal e Lisboa e seus arrabaldes e outros na aventura de França e mais alguns Países vizinhos, todos á procura de trabalho e da sobrevivência. De referenciar que a partir desses tempos, as Famílias possidentes vieram na maioria a abandonar a Terra; a título de exemplo, refiro duas Lavradoras que continuaram a levar por diante as suas explorações: a D. Zézinha e a D. Lúcia.
No meio disto tudo ainda houve duas rajadas de Peste Suína, que arruinaram pobres e, também, ricos no Baixo Alentejo, o que significava que se vivia uma vida triste, embora a alma Alentejana conseguisse milagres de vivências alegres e cheias de humor verrinoso e fininho. A Terra com luz elétrica desde cedo, com ruas cheias de poças no Inverno e pó no Verão e com o casario arranjado quanto baste, sem esquecer o património arquitectónico e monumental (na altura mais visível e arranjado) , sem água potável e com más estradas de acesso, ia andando, parada.
Contudo nos finais dos anos sessenta surge a ideia que uma Fábrica poderia vir parar a Messejana; o que consta é que tal se deve a que o homem da Ideia é filho da Terra. Confirmado que a Fabrica de Móveis ia avançar pela mão do Arq. Henrique Albino, irmão do Veterinário do Concelho, e que dezenas de postos de trabalho poderiam ser criados. Esta novidade altera os planos de jovens e mais velhos que perspectivam o seu futuro na Terra, o que fez estagnar a sangria que se vinha verificando.
Mas estávamos a esquecer aspectos importantes na vida da Vila; o que dizer dos cuidados de saúde, que estavam entregues nas mãos do Dr. Guisado que com a sua parcimónia tratava dos doentes o melhor possível, com as condições insuficientes da época, e em casos mais graves havia o mini-hospital de Aljustrel e em desespero havia Beja e os Hospitais Centrais de Lisboa; sendo que não havia Ambulância e que os doentes eram transportados em carros particulares de pessoas prestáveis, com os motoristas que tivessem á mão.E se falarmos da Vida Religiosa ou da falta dela; tínhamos como Prior o Padre Serralheiro que chegara nos anos cinquenta e que se notabilizou como Promotor de Obra, desde a Igreja da Misericórdia à Praça d

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Estórias da minha Terra - 2 -

eram tempos do “ Dia dos Pobres”, em que aos sábados dezenas de Famílias batiam á porta dos mais abastados da Terra.
Mas, nos anos 60 como é que se vivia em Messejana ? Os moços andavam na maioria descalços e a brincar a Jogos, hoje considerados tradicionais, sem esquecer o jogo da Luta, que sempre agitou a evolução do Homem. Os homens, nos poucos tempos sem afazeres, bebiam um copo nas Tabernas da Vila e cavaqueavam com a língua solta e , por vezes, cantavam. As mulheres agarradas á casa, encontravam-se nas Lojas e noutros afazeres comuns, sempre com a corda mais apertada. Como dissemos vários foram rumando a Setúbal e Lisboa e seus arrabaldes e outros na aventura de França e mais alguns Países vizinhos, todos á procura de trabalho e da sobrevivência. De referenciar que a partir desses tempos, as Famílias possidentes vieram na maioria a abandonar a Terra; a título de exemplo, refiro duas Lavradoras que continuaram a levar por diante as suas explorações: a D. Zézinha e a D. Lúcia.
No meio disto tudo ainda houve duas rajadas de Peste Suína, que arruinaram pobres e, também, ricos no Baixo Alentejo, o que significava que se vivia uma vida triste, embora a alma Alentejana conseguisse milagres de vivências alegres e cheias de humor verrinoso e fininho. A Terra com luz elétrica desde cedo, com ruas cheias de poças no Inverno e pó no Verão e com o casario arranjado quanto baste, sem esquecer o património arquitectónico e monumental (na altura mais visível e arranjado) , sem água potável e com más estradas de acesso, ia andando, parada.
Contudo nos finais dos anos sessenta surge a ideia que uma Fábrica poderia vir parar a Messejana; o que consta é que tal se deve a que o homem da Ideia é filho da Terra. Confirmado que a Fabrica de Móveis ia avançar pela mão do Arq. Henrique Albino, irmão do Veterinário do Concelho, e que dezenas de postos de trabalho poderiam ser criados. Esta novidade altera os planos de jovens e mais velhos que perspectivam o seu futuro na Terra, o que fez estagnar a sangria que se vinha verificando.
Mas estávamos a esquecer aspectos importantes na vida da Vila; o que dizer dos cuidados de saúde, que estavam entregues nas mãos do Dr. Guisado que com a sua parcimónia tratava dos doentes o melhor possível, com as condições insuficientes da época, e em casos mais graves havia o mini-hospital de Aljustrel e em desespero havia Beja e os Hospitais Centrais de Lisboa; sendo que não havia Ambulância e que os doentes eram transportados em carros particulares de pessoas prestáveis, com os motoristas que tivessem á mão.
E se falarmos da Vida Religiosa ou da falta dela; tínhamos como Prior o Padre Serralheiro que chegara nos anos cinquenta e que se notabilizou como Promotor de Obra, desde a Igreja da Misericórdia à Praça de Touros, sem esquecer o seu convívio com o povo, muito arejado e envolvido nos convívios expontâneos. Cumpria as suas obrigações enquanto Pároco, muito impulsionado por uma vintena de Mulheres Católicas Praticantes, lideradas pela D. Celeste ( em linguagem popular as “Beatas “).
Embora a vida corresse na sua quietude, outras Organizações e Iniciativas percorriam a vida Messejanense; senão vejamos: funcionava a Casa do Povo, com actividades recreativas e desportivas; tinha vida activa o Clube – o Grupo Desportivo Messejanense; organizava-se sessões de Cinema, no Inverno e no Verão, em espaços particulares; realizavam-se Festas e Bailes, uns populares, outros das Famílias mais relevantes da Vila e Concelho, que animavam a vida pacata.Havia várias Famílias que marcavam a vida da Terra entre o povo e a pequena burguesia; são diversas: os Petronilhos, os Camachos/Palhaços, os Policarpos, os Guerreiro, os Fortes, os Lebre, os Baptistas, os Santos Rosa, os Mendes, os Ruas, os “Porca”, os Matos, os Pinto, os Góis, os Guisado, os Salgueiro, ao Faria, os Belchior, os Capela ,os Assunção, os Pereira, os Moleiro,os Caetanos, os Na

Estórias da minha Terra - 1 -

Imagem http://gasolim.blogs.sapo.pt

Os últimos 50 Anos na Freguesia de MESSEJANA ( 1959 – 2009 )

Nota Introdutória

É minha convicção que lembrar os últimos cinquenta anos da Vida na nossa Freguesia é fundamental para vislumbrar um Futuro Vivo em Messejana; assim, decidi fazer relatos sobre esses tempos, o que exigia a colaboração dum amigo que tivesse vivido na totalidade esses caminhos, pois eu estive vinte anos por fora, em Lisboa.
Como a colaboração não resultou, decidi por minha conta e risco escrever uma CRÓNICA sobre essas cinco décadas, com o objectivo principal de estimular uma reflexão retrospectiva de Todos os que têm Messejana no coração e na razão, de forma a virmos a ter uma Aproximação Histórica do meio século que muitos de nós viveram.
Direi que os erros e omissões que cometer, sejam um Tónico para um Debate que nos enriquecerá para saber dar os Passos Necessários para uma Messejana com Novas Realidades de que nos orgulhemos!
Passo, então, á pequena Crónica que conseguir fazer, contando com inúmeros relatos que
atentamente ouvi e com as três décadas de muitas Vivências Vividas!


1. Os Anos Sessenta


Estávamos nos anos da grande emigração, consequência da mecanização agrícola que ceifou milhares de braços de trabalho nos nossos campos. Não está em causa os avanços que este fenómeno trouxe, ao libertar os homens e mulheres de trabalhos indignos para o ser Humano; estamos perante uma alteração profunda na forma de viver de diversas partes do Mundo, que afectou profundamente os Territórios em que a Agricultura era fortemente dominante. Messejana não foi excepção, pelo que viveu um grande abandono de população, pois não apareciam alternativas que dessem aos Messejanenses trabalho e remuneração devida.
Exceptuando as Oficinas, o pouco Comércio, as Padarias, Barbearias, alguns trabalhos de Construção Civil, os Lagares, as Tabernas, as Moagens e algumas actividades furtivas, tudo assentava na Agricultura e nos poucos possidentes de terra, em que se salientava meia-dúzia, num total de duas dezenas; há que indicar o Negócio do Sr. Alfredo Santos Rosa que, embora sediado em Aljustrel, tinha importância na Terra, bem como, do seu irmão Lu
ís, que assentou em Beja. Perante este quadro, desolado de homens sem trabalho e famílias sem nada para comer, houve alguns Lavradores que tentaram manter os seus trabalhadores permanentes; mas, segundo consta, nesses Lavradores sobressaía a Casa do Sr. Zé Duarte e Eng. Albino, que tudo faziam para inventar trabalho para tantos necessitados. Não será por acaso, que esta Casa Agrícola faliu nos finais dos anos sessenta, o que não aconteceu com as Irmãs ( D. Maria e D. Emília). De salientar que ainda eram tempos do “ Dia dos Pobres”, em que aos sábados dezenas de Famílias batiam á porta dos mais abastados da Terra.
Mas, nos anos 60 como é que se vivia em Messejana ? Os moços andavam na maioria descalços e a brincar a Jogos, hoje considerados tradicionais, sem esquecer o jogo da Luta, que sempre agitou a evolução do Homem. Os homens, nos poucos tempos sem afazeres, bebiam um copo nas Tabernas da Vila e cavaqueavam com a língua solta e , por vezes, cantavam. As mulheres agarradas à casa, encontravam-se nas Lojas e noutros afazeres comuns, sempre com a corda mais apertada. Como dissemos vários foram rumando a Setúbal e Lisboa e seus arrabaldes e outros na aventura de França e mais alguns Países vizinhos, todos á procura de trabalho e da sobrevivência. De referenciar que a partir desses tempos, as Famílias possidentes vieram na maioria a abandonar a Terra; a título de exemplo, refiro duas Lavradoras que continuaram a levar por diante as suas explorações: a D. Zézinha e a D. Lúcia.
No meio disto tudo ainda houve duas rajadas de Peste Suína, que arruinaram pobres e, também, ricos no Baixo Alentejo, o que significava que se vivia uma vida

domingo, 3 de maio de 2009

Notas soltas - 3 -

Um belo Fim de Semana!

Na 6ªfeira começei por uma ida à OVIBEJA, onde encontrei amigos e conhecidos que já não via há tempos e até cumprimentei o Primeiro Ministro, José Sócrates.A nossa Feira estava a abarrotar de Gente e pareceu-me que bem apresentada, o que já é um hábito anual de animada vida na Cidade de Beja.
Nas voltas dadas, ofereceram-me a Nova Revista do Baixo Alentejo - a "30 Dias" -, que á primeira vista me deixou agradado e á qual desejo longa vida e bom Jornalismo!
Chegado a casa agarrei-me á Crónica sobre " Os ultimos 50 Anos na Freguesia de Messejana", de tal forma que hoje a tenho terminada em bruto. Deu-me particular gouzo, pois obrigou a uma chamada da memória vivida e ouvida. Conforme prometido, Aqui será publicada, em folhetins parciais.
No sábado, voltei á Ovibeja com o principal objectivo de me encontrar com o meu grande Amigo Joaquim Pulga e com o também amigo Manuel Faião. Foi um bom encontro, bem comido e regado, em que se começou a pôr em dia a conversa adiada dois anos! À partida, ficou agendado um fim de semana na minha casa de Messejana, onde nos conhecemos.
Durante este encontro fiquei a saber que o livro "Alentejanando" já vai na 4ª edição e foi-me oferecido outra Nova Revista - "Pormenores" -, que em moldes diferentes e mais calmos é obra de Pessoal Novo das bandas de Portalegre; fico á espera do 2º número.
Hoje, domingo, cá vou indo acompanhado de bom Ténis e melhor Snooker e á espera de novas surpresas! Com a Primavera a trazer um calorzinho, que aquece os ossos e alma, espera-se, ainda, umas chuvas que refresquem as terras e que anunciarão os Calores do Verão.
Saudações Primaveris!
Zé Carlos
Messejana

sexta-feira, 1 de maio de 2009

O PCP ataca de novo! Olho Aberto!

As minhas previsões, infelizmente, foram ultrapassadas pelas calúnias e agressões feitas a Vital Moreira no Desfile do 1º de Maio da Cgtp-In-pcp. Não aprendem! Hoje não há dúvidas: o Sr. Gerónimo e o ,proclamado reformador, Prof. Carvalho da Siva, líder da CGTP-IN, sacudiram a água do capote e, objectivamente, cobriram as agressões dos seus militantes ao Candidato do PS ás Eleições Europeias.
È hora de considerarmos o PCP uma Organização Reaccionária que só atrapalha os passos duma, e de várias, Esquerdas. Nós não temos nada a ver com estes senhores que se proclamam da Democracia a do Desenvolvimento, mas que apenas atrazam os Caminhos do Desenvolvimento que já sopram as nossas vidas!
NÓS temos que dar tudo para desbravar o Caminho, que já está desenhado, e tem que ser armadilhado por Gente de Bem, que todos os dias se depara com novos e velhos obstáculos; alma e força, por agora,não me faltam.
Mas desmascaremos os traidores da Liberdade e lutemos por Cidadãos mais Participativos, no quer que seja.
De olhos abertos, deixo-vos na solenidade do Pensamento!
Abraços Fraternos!
Zé Carlos
Messejana
 
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